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No Fio da Palavra regressa a Viseu para a quinta edição

Festival dedicado à palavra decorre em fevereiro, com espetáculos, oficinas e conversas em vários espaços da cidade

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 No Fio da Palavra regressa a Viseu para a quinta edição

A quinta edição do festival No Fio da Palavra foi apresentada esta quarta-feira, 28 de janeiro, numa conferência de imprensa realizada na livraria Libros & Libros, em Viseu. 

O festival é organizado pela Mochos no Telhado, uma estrutura artística fundada e dirigida por Dennis Xavier e Sofia Moura desde 2019, e decorre entre 13 e 23 de fevereiro, com espetáculos, oficinas de criação, conversas e apresentações centradas em diferentes domínios da palavra.

Durante a apresentação, Dennis Xavier explicou que “o projeto No Fio da Palavra está na sua quinta edição, tem apoio do Município de Viseu pelo Eixo Cultura, da Direção-Geral das Artes também, e, no fundo, é um projeto que se divide em duas dimensões”. Uma dessas dimensões é o sub-projeto “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça”, que acontece no verão e assenta na recolha de memórias e testemunhos das comunidades.

“É um projeto que nasce de uma vontade de escutar as comunidades, recolher as suas memórias, os seus testemunhos, o seu património imaterial, e dessa recolha nasce um espetáculo que, de certa forma, devolve a essas mesmas comunidades tudo aquilo que, inicialmente, elas partilharam connosco”, referiu o responsável. Esta componente tem sido desenvolvida ao longo de cinco anos em várias freguesias do concelho, com temáticas diferentes.

No que respeita ao festival de inverno, que decorre em fevereiro, o diretor sublinhou que esta edição marca uma mudança. “Deixa de ser um festival centrado na tradição oral, na memória oral, na narração oral, e passa a ser um festival que pretende acolher os vários domínios da palavra”, incluindo poesia, palavra sonora e outras formas de expressão. O festival apresenta, pela primeira vez, dois fins de semana de programação, beneficiando do apoio da Direção-Geral das Artes.

Antes do início do festival decorrem duas oficinas de criação. Uma residência literária orientada por Sandro William Junqueira, em parceria com a Libros & Libros, com partilha pública durante o festival, e a oficina “Para Fazer Ecoar nas Ruas”, com Joana Gomes Martins, dirigida sobretudo a público jovem e pensada para o espaço público.

O festival tem início a 13 de fevereiro, às 21h30, com o espetáculo “O que a chama iluminou”, de Afonso Cruz, na Igreja Paroquial de São José. No dia seguinte, o autor orienta uma masterclass na Libros & Libros, seguida, à tarde, pela partilha da oficina de escrita com Sandro William Junqueira. À noite, o programa inclui a presença do contador espanhol Quico Carnaval, no âmbito de uma parceria com o Festival Atlântica.

A programação prossegue a 15 de fevereiro com a oficina “Destravar a Língua”, do Teatro do Frio, e retoma no fim de semana seguinte, de 20 a 23 de fevereiro, com conversas, sessões de contos, espetáculos e um concerto. Entre os destaques estão a conversa entre Cristina Taquelim e Paula Carballeira, o concerto de Xullaji no Teatro Viriato e o espetáculo “Os Lusíadas como nunca os ouviu”, por António Fonseca, no Museu Nacional Grão Vasco.

O espetáculo criado no âmbito do “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça” é apresentado a 21 de fevereiro, no Polo 2, seguido de uma conversa com Paulo Jorge Correia, especialista em património imaterial. A recolha que deu origem a este trabalho centrou-se “nas histórias do oculto, nas superstições, histórias sobre bruxas, feiticeiras e lobisomens”.

Dois dos espetáculos contam com interpretação em Língua Gestual Portuguesa: o espetáculo de abertura, com Afonso Cruz, e a sessão de contos com Cristina Taquelim e Paula Carballeira. A maioria das atividades é gratuita, com exceção de três espetáculos.

A conferência de imprensa contou também com a presença de Guilherme Gomes, em representação do Município de Viseu, que afirmou que “‘No Fio da Palavra’ é um bom exemplo do que acontece com o Eixo Cultura”, e destacou a importância de “todas as dimensões da palavra” e a necessidade de “cuidar das palavras”.

Com um orçamento total de 28 mil euros, incluindo o sub-projeto “Deixa-me Contar Antes Que Esqueça”, o No Fio da Palavra apresenta em 2026 a programação mais extensa do seu historial. As inscrições para espetáculos, oficinas e restantes atividades são feitas através do site nofiodapalavra.pt, onde também se encontram mais detalhes sobre o programa.

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