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No Hospital de Viseu, cerca de 30% das urgências são pulseiras verdes ou azuis

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
25.11.21
fotografia: Jornal do Centro
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25.11.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 No Hospital de Viseu, cerca de 30% das urgências são pulseiras verdes ou azuis

Cerca de 30 por cento dos atendimentos no serviço de urgência do Centro Hospitalar Tondela-Viseu são pulseiras azuis ou verdes. Na área de pediatria, os números chegam aos 50 por cento. Nas últimas semanas, o Hospital de São Teotónio tem assistido a um aumento de pressão no serviço devido à subida de casos de Covid-19 e doenças respiratórias.

Segundo os números por triagem de Manchester, que determina o grau de prioridade clínica, 30 por cento “são prioridades não urgentes, o que não quer dizer que os doentes não estejam doentes e não necessitem de cuidados médicos”, revelou esta quinta-feira (25 de novembro) o diretor clínico do Centro Hospitalar Tondela-Viseu, Eduardo Melo, acrescentando que, apesar de serem números semelhantes aos anos anteriores, “a elasticidade do sistema não é a mesma dos anos anteriores à Covid-19”.

Nas urgências de Viseu, “há, neste momento, um aumento das doenças respiratórias e, naturalmente, estando em plena quinta vaga pandémica Covid-19 com transmissão comunitária, há uma maior demanda por cuidados de saúde e um desequilíbrio entre aquilo que os hospitais conseguem oferecer e o número de pessoas que estão a acorrer às urgências”, adiantou.

Segundo o diretor clínico, numa primeira fase, os utentes devem recorrer aos serviços que o Sistema Nacional de Saúde (SNS) oferece, nomeadamente, a Linha de Saúde 24.

Depois, “a Saúde 24 decidirá, em função da gravidade dos sintomas, se o doente precisa de se deslocar a algum serviço de urgência, se pode ser orientado com aconselhamento, se o doente deve recorrer à Área Dedicada aos Doentes Respiratórios (ADR) da comunidade ou à ADR da urgência ou até se pode aguardar por uma consulta do seu médico assistente”, explicou, evitando, assim, o “entupimento” do serviço.

Também o vice-presidente da Câmara de Viseu, João Paulo Gouveia,, tendo em conta a grande afluência que se tem registado nos últimos dias, numa altura em que aumentam não apenas os casos Covid, como também os casos de gripe.

“Pedimos às pessoas para que, na primeira instância e se possível, possam consultar os centros de saúde. Só apenas em casos graves é que podem consultar a urgência do Hospital”, concluiu o vice-presidente.

Nas últimas duas semanas, o concelho de Viseu reportou mais 422 casos de Covid-19, registando agora 10.330 infetados desde o início da pandemia.

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