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Vilões de 2021

 Casas multigeracionais: uma solução contra a solidão
18.12.21
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1. Este ano de peste começou com a corrida às vacinas, um frenesim, um corrupio, uma pressa que afobou países, mobilizou lóbis, multiplicou grupos, grupinhos e grupelhos a reivindicarem para si prioridade na pica “salvífica”.
Essa guerra conheceu vários episódios. Os mais escabrosos foram protagonizados pelos fura-filas, a gentinha que, de uma maneira ou outra, arranjou forma de se astrazenecar ou pfizar antes dos velhos.
Aqui, no Olho de Gato, gozei um “autarca-zangão” do Sátão que se foi inocular, mais a sua filhinha e a sua senhora, nas “Abelhinhas”, uma IPSS cheia de mel, sita em Vila Dum Santo, freguesia de Côta, no concelho de Viseu.
Na altura, para além de ter sido corrido o boy que mandava na Task Force vacineira, foi prometido um castigo exemplar a essas criaturas, mas para isso era preciso que tivéssemos uma justiça que funcionasse. Como não temos, resta-nos a reprovação social dessa gente.
O PRÉMIO VILÃO NACIONAL 2021 vai para os fura-filas das vacinas.

2. Em 17 de Maio deste ano, Ceuta foi invadida por oito mil migrantes. Uma multidão. As autoridades marroquinas pura e simplesmente “abriram as portas” e aquelas pessoas rumaram para o enclave espanhol na esperança de poderem chegar à Terra Prometida — a “Europa”.
Espanha tinha aceitado internar num hospital Brahim Ghali, o líder da Frente Polisário, o movimento que luta pela independência do Saara Ocidental. Apesar de Marrocos nunca o ter dito preto no branco, mesmo assim, foi fácil de perceber: aquele tsunami humano a entrar em Ceuta era uma retaliação.

Em Novembro, milhares de migrantes do Médio Oriente, a maioria curdos do Iraque e da Síria, começaram a chegar em força à fronteira da Bielorrússia com a Polónia, atraídos por campanhas publicitárias que promoviam a Bielorrússia como país de trânsito para a Terra Prometida – a “Europa”.
As agências publicitárias e os operadores turísticos que facturaram com este ludíbrio eram e são controladas pelo presidente bielorrusso. Este foi mais explícito que os marroquinos e reconheceu mesmo que estava a usar aquelas pessoas como arma contra a UE, por esta lhe ter imposto sanções.
O PRÉMIO VILÃO INTERNACIONAL 2021 vai, ex-aequo, para o rei de Marrocos, Maomé VI, e o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko.

 Casas multigeracionais: uma solução contra a solidão

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