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O Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões aprovou esta sexta-feira (17 de dezembro) uma redução das tarifas de transportes públicos na região para 2022.
A decisão foi tomada por unanimidade pelos autarcas da região em reunião extraordinária que decorreu na sede da CIM, em Tondela.
Em comunicado, a Comunidade Intermunicipal revela que, a partir de 1 de janeiro, “os preços do bilhetes simples e pré-comprados terão um desconto de 25% sobre o preço de venda ao público e que os passes sociais, 4-18 e sub-23 terão um desconto de 35% sobre o preço de venda ao público”.
Os descontos serão aplicados no âmbito do Programa de Apoio à Redução Tarifária nos Transportes Públicos.
Ainda no âmbito do Serviço Público de Transporte de Passageiros, o Conselho Intermunicipal analisou também o financiamento dos serviços de autocarros, “nomeadamente o pagamento de compensações aos operadores por obrigações de serviço público”.
A CIM reitera que continua a haver “uma profunda desigualdade de tratamento entre as Áreas Metropolitanas e as Comunidades Intermunicipais dos territórios de baixa densidade populacional”.
O presidente da CIM e da Câmara de Viseu, Fernando Ruas – –, reiterou agora que é “inaceitável” a alocação de verbas por parte do Governo para minorar os défices de exploração dos transportes públicos durante a pandemia, comparando o financiamento atribuído às áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, na ordem dos cerca de 94 por cento dos apoios, com os 0,43 por cento dados a Viseu Dão Lafões.
A comunidade intermunicipal tinha recebido mais de 219 mil euros do Governo para apoiar os transportes públicos da região.
CIM toma posição sobre próximo quadro de fundos comunitários
Ainda no Conselho Intermunicipal, os autarcas de Viseu Dão Lafões fizeram ainda uma tomada de posição sobre os próximos fundos comunitários do programa Portugal 2030, mais concretamente sobre a proposta do Acordo de Parceria que o Governo pretende submeter à apreciação e avaliação formal da Comissão Europeia.
De acordo com a CIM, a tomada de posição reflete sobre o desenvolvimento rural, as abordagens territoriais e as intervenções territoriais integradas que, segundo o Conselho Intermunicipal, “devem assumir-se como verdadeiras abordagens integradas destinadas a responder às efetivas necessidades e potencialidades identificadas em cada território, através das respetivas estratégias e planos de ação que as concretizam”.
A tomada de posição aborda ainda questões relativas ao modelo de governança do Portugal 2030 e à programação financeira do Centro 2030, nomeadamente sobre a dotação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento.