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O cinema regressa ao casco velho de Viseu

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 O cinema regressa ao casco velho de Viseu - Jornal do Centro
23.07.22
fotografia: Jornal do Centro
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 O cinema regressa ao casco velho de Viseu - Jornal do Centro
23.07.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 O cinema regressa ao casco velho de Viseu - Jornal do Centro

Projeção nas fachadas, plateia na rua, uma grande sala de cinema ao ar livre e uma programação que junta animação, documentários e clássicos da sétima arte. Estão assim criadas as condições para o regresso do Cinema na Cidade, que está de volta ao centro histórico de Viseu de 25 a 31 de julho, no último fim de semana do mês.

Há dois anos que o evento não decorria no casco velho da cidade. José Pedro Pinto, dirigente do Cine Clube de Viseu, que organiza o Cinema na Cidade, revela que, este ano, o cinema vai ser visto em três locais diferentes do concelho.

“O Cinema na Cidade tem a tradição de fazer sessões de cinema ao ar livre na Praça D. Duarte há vários anos. Infelizmente, tivemos de suspendê-las em 2020 e 2021, primeiro por causa de restrições relacionadas com a segurança e depois por falta de financiamento. Este ano, conseguimos voltar com o apoio da Câmara e não se fica por ali. Também vamos ter sessões no Museu Grão Vasco e, este ano, há uma novidade que será uma noite no Arvoredo, em Torredeita”, sublinha.

Sete filmes vão fazer parte da agenda do Cinema na Cidade deste ano, que tem entrada livre em todas as sessões e uma programação para todos os gostos.

As sessões arrancam na Praça D. Duarte, no dia 25, com ‘À Procura de Anne Frank’, “um filme que recupera a sua história e traz à vida a Kitty, que era a amiga imaginária a quem Anne Frank escrevia as suas entradas de diário”, explica José Pedro Pinto.

Na segunda noite, o Cine Clube vai apresentar “Gagarine” de Fanny Liatard, “um filme contemporâneo francês sobre um jovem que vive num bairro social que está prestes a ser demolido”. “Depois, temos o gosto de trazer ‘Gato Preto, Gato Branco’ de Emir Kusturica (no dia 27), um filme absolutamente clássico que tem agora uma reposição em cópia restaurada”, acrescenta José Pedro Pinto.

Já no Museu Nacional Grão Vasco, as sessões começam no dia 28 com ‘Vieirarpad’, “um documentário português de João Mário Grilo”, que tem como ponto de partida a correspondência do casal Maria Helena Vieira da Silva (uma das mais notórias pintoras portuguesas do século XX) e Arpad Szènes entre 1932 e 1961. A sessão contará com a presença do realizador e também do produtor do filme, Fernando Centeio.

De seguida, no dia 29, será exibido “Dr. Strangelove” de Stanley Kubrick, “um clássico absoluto do cinema” estreado em 1964 e nomeado na altura para quatro categorias dos Óscares. Seguir-se-á “Zoo: Um Z e Dois Zeros”, de Peter Greenaway, no dia 30.
O programa encerra em Torredeita, com a película “Os Mauzões” no dia 31, num serão de “animação para toda a família”, conclui José Pedro Pinto.

Algumas das sessões vão ser antecedidas de curtas-metragens de animação de Joana Toste, uma novidade que, segundo a organização, promete encantar as famílias com o seu traço distintivo e as suas histórias sobre a infância e a cultura portuguesa.

As curtas “A Menina Parada” e “Guisado de Galinha” vão ser assim exibidas nos dias 26 e 29 de julho.

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