carnaval repeses
en 222 resende
amostra tocas
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
roberto rodrigues escanção
CVRDao_2
March-711-4
Home » Notícias » Colunistas » O gambozino e a avaria da globalização

O gambozino e a avaria da globalização

 O milagre de transformar água em…água
23.11.24
partilhar
 O gambozino e a avaria da globalização

por
Joaquim Alexandre Rodrigues

1. Há duas semanas, numa conferência do Banco de Portugal dedicada à educação, Mário Centeno chamou a atenção para dois factos:
(i) “nos últimos oito anos, a população activa com formação superior aumentou em média 70 mil indivíduos por ano”, enquanto as nossas instituições de ensino superior produziram anualmente “pouco mais de 50 mil” diplomados; 
(ii) “os dados do Eurostat mostram que a percentagem de jovens portugueses que emigram é inferior — menos de metade — à de países como a Alemanha, a Dinamarca ou os Países Baixos.”
Ora bem, se, como demonstrou Centeno, Portugal é “receptor líquido de diplomados” e a nossa exportação de jovens não é grande coisa, para que raio querem os nossos políticos gastar mais 525 milhões de euros num novo modelo de IRS-Jovem? Para que gastam eles tanta energia num gambozino, num problema que não existe? 

2. A globalização mudou o mundo para melhor, mas, infelizmente, está a avariar.
Num estudo monumental publicado em Setembro de 2018, Kristofer Hamel e Homi Kharas demonstraram que, por aquela altura, “a maioria da humanidade já não” era “pobre” nem corria o “risco de cair na pobreza”. E que havia “uma pessoa a escapar da pobreza extrema em cada segundo, enquanto, no mesmo segundo, cinco pessoas” entravam na classe média. Os ricos estavam “a aumentar também, mas a um ritmo menor (um em cada dois segundos).” Claro que esta ascensão social era, e é, acima de tudo, asiática — nove em cada dez pessoas. 
No Ocidente não há esta dinâmica. Há é sarilhos. Nas últimas eleições nos EUA, como explicou Estéban Hernández no El Confidencial, “uma parte importante da classe média baixa e das classes trabalhadoras”, gente deserdada da globalização, apostou na promessa trumpista de “um projecto comum em torno do território”. Enquanto o saco cheio de vento chamado Kamala se enrodilhava nas maluqueiras woke, Trump propunha segurança territorial aos pobres — deportação dos ilegais, combate ao crime, regresso das indústrias, proteccionismo.

 O milagre de transformar água em…água

Jornal do Centro

pub
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Mercedes CLA 180d Coupé na Ncar da Litocar
  • Regional Economics - A economia de Região de Viseu
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
 O milagre de transformar água em…água

Colunistas

Procurar