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Os voluntários que traçam o caminho para a vacinação contra a Covid-19

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.05.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
07.05.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Os voluntários que traçam o caminho para a vacinação contra a Covid-19
“Por onde é que se pode sair?”, pergunta uma voz algo desvanecida a Biagio Catalano, de 63 anos, que se preparava para nos dar uma pequena entrevista, num dos recantos do Centro de Vacinação de Viseu. “Por aqui”, disse. Palavras simples, mas com um claro travo a Itália que nos fizeram sorrir. Em instantes, as portas reabriram-se e rapidamente se voltou para nós. Sempre com um sorriso nos olhos. Ainda assim, deixamo-nos levar pelo português à Biagio. É voluntário da Liga de Amigos e Voluntariado do Centro Hospitalar Tondela-Viseu há cerca de dois meses e contou-nos como chegou até ao coração de Portugal. “Sou italiano, aposentei-me em Itália e escolhi um lugar para morar. Gosto muito de Viseu”, começou por nos dizer enquanto cruzava os braços, em atitude de pura descontração. Ainda antes de se reformar, conheceu a cidade de Viriato através de um amigo. E não hesitou quando surgiu a oportunidade de mudar um pouco o rumo da vida. “Moro aqui há mais ou menos um ano e meio”, acrescentou. Nas entrelinhas da nossa conversa, Biagio deixa escapar um elogio a Viseu: “muito linda, muito linda”, suspirou. Perguntámos-lhe também como se tornou voluntário. E na verdade, foi muito simples: “Uma amiga italiana desejava fazer a vacina e ela não fala nada de português. Aqui, olhei para todos os voluntários e perguntei se podia fazer voluntariado. Disseram-me que sim”, acrescentou, adiantando que se dedica ao apoio no Centro de Vacinação de Viseu “quatro ou cinco dias por cinema”. “De manhã ou todo o dia, tudo o que se precisa de fazer”, interrompeu, entusiasmado. Já perto das 11h45, Biagio confessou-nos que o que mais gosta é de confortar as pessoas “que têm medo de fazer a vacina”. A solução? “Só uma palavra, só uma brincadeira para quebrar o medo”, concluiu. Também conhecemos Joana Santos, de 31 anos. É engenheira física e regressou a Viseu há cerca de um mês, depois de 12 anos na cidade vizinha de Aveiro. “Regressei porque é a minha cidade, é onde eu quero morar e viver. Foi uma escolha pessoal e profissional”, explicou. Tornou-se voluntária da Liga de Amigos e Voluntariado do Centro Hospitalar Tondela-Viseu em apenas duas semanas e, na verdade, “não fazia sentido se não dar, mesmo sendo engenheira e tendo o meu trabalho, as horas que posso, tendo a idade que tenho e vendo o esforço que esta gente toda está a fazer para acabarmos com isto uma vez por todas”, lançou, em tom assertivo. Ainda há quem olhe de lado para a vacina. Outros “ficam super tranquilos”. Mesmo assim, “é preciso ajudar as pessoas, é preciso tirar o medo às pessoas, é muito complicado”, reconheceu, acrescentando que “o papel dos voluntários é acalmar as pessoas, conduzir as pessoas, é dar um sorriso, é mostrar que está tudo bem, é mostrar que vai ficar tudo bem porque há pessoas realmente muito nervosas, muito dependentes e basta um sorriso”. Não se afasta do mundo do voluntariado até porque “todos os dias tento vir uma ou duas horas pelo menos”, na parte da manhã. No resto do dia, Joana dedica-se à sua atividade profissional. Sentimos-lhe a prontidão em tudo o que faz. E, por isso mesmo, isto é um recado para os jovens: “mais boas ações, mais voluntariado, mais respeito pelos outros e pelos mais velhos, que isto ainda não acabou e há muita coisa que vejo que ainda me choca e se calhar deviam ajudar de outra maneira, em vez de prejudicar”, rematou.
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