No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
O Partido Socialista contava ter uma “série de coisas” mais materializadas para mostrar, mas a antecipação em dois anos das eleições legislativas faz com que chegue a esta campanha de mãos a abanar. A análise é dos comentadores do programa 2+2 não são 4 do Jornal do Centro que nesta edição abordam as previsões eleitorais e os ativos que cada partido tem para convencer o eleitorado. Ainda com uma pré-campanha “morna”, as previsões já se fazem.
“O PS regional contava chegar daqui a dois anos e já ter uma série de coisas materializadas como o IP3, a radioterapia, a Linha da Beira Alta, mas vai chegar às eleições de mãos a abanar, especialmente no tipo de assuntos que determinam o debate político na região, aqueles que mais são discutidos”, avança Francisco Mendes da Silva.
O comentador até já deixa o mote da campanha para o PSD, lembrando o cartaz que, há dois anos, o cabeça de lista do PS colocou na autoestrada, perto de Lisboa. “Era um cartaz que dizia, basicamente, votem em mim porque eu sou uma pessoa próxima do poder de Lisboa e conseguirei trazer mais coisas para Viseu. O que o PSD pode dizer é o que não valeu de nada ter em Lisboa uma pessoa de Viseu tão próxima do poder, que é tão próxima que agora até tem dúvidas se deve ou não apoiar o ministro das Infraestruturas (Pedro Nuno Santos) que supostamente influenciava”, ironiza.
(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira, 8 de dezembro, do Jornal do Centro)