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A sunny riverside beach with people sunbathing under straw umbrellas on a sandy shore, next to a calm green river framed by forested hills.
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Peça no Teatro Viriato desafia os padrões do panorama cultural

Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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 Nervosismo trama homem apanhado com equipamento contrafeito
12.06.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Nervosismo trama homem apanhado com equipamento contrafeito
12.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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A fricção entre as culturas de elite e de massas e as divisões sociais estão na base do espetáculo “Popular”, de Sara Inês Gigante. A peça sobe ao palco do Teatro Viriato, em Viseu, esta sexta-feira (14 de junho) à noite.

O espetáculo venceu a sexta edição da Bolsa Amélia Rey Colaço, em 2023, e estreou recentemente no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães.

Segundo o Teatro Viriato, “Popular” pretende ser “um espetáculo-desafio” em que a criadora e intérprete pretende ser uma artista popular, desafiando os padrões do panorama cultural e do universo popular através de uma fusão entre os dois estilos.

“A proposta serve-se da fricção existente entre a cultura de elite e a cultura de massas para pensar o público enquanto coletivo e as divisões sociais que esta tensão pode refletir. Entre a biografia e a pesquisa, a proposta conduz a um questionamento sobre outros conceitos que pertencem à mesma família lexical da palavra ‘popular’, como popularidade, pop e populismo”, acrescenta a sinopse divulgada pelo espaço cultural.

Sara Inês Gigante diz que “Popular” descortina o conceito do grande público e o que está implícito na ideia de que os públicos variam “como se pertencessem a determinados grupos que não se misturam”.

“Quem diz público, diz povo, ou sociedade. E isso pode significar falar de público-alvo, de massas, de estereótipo, de síndrome de impostor, de opressão, de polarização, de manipulação, de populismo. E também pode significar tentar ser popular e imaginar que este espetáculo é feito numa festa popular – onde muita gente se encontra – na praça do centro histórico da tua cidade, com cheiro a pipocas, música, e uma massa de gente diversa à frente do palco”, refere a artista.

“Popular” entra em cena às 21h00 desta sexta-feira. A peça está entre os projetos vencedores da Bolsa Amélia Rey Colaço, que apoia jovens artistas e companhias emergentes e foi Projeto “Corre, bebé!” de Ary Zara e Gaya de Medeiros vence Bolsa Amélia Rey Colaço.

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