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Plano Ferroviário: Fernando Ruas fala em “aproveitamento político” e autarquia diz que já vem tarde

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
20.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Plano Ferroviário: Fernando Ruas fala em “aproveitamento político” e autarquia diz que já vem tarde

O deputado do PSD no Parlamento e ex-presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, espera que a nova ligação ferroviária Aveiro-Mangualde, que consta no novo Plano Ferroviário Nacional lançado na última segunda-feira (19 de abril) pelo Governo, seja uma realidade.

Já o atual executivo da Câmara de Viseu diz que não foi convidado para a apresentação do documento e argumenta que o comboio já devia ter regressado à cidade.

De acordo com o plano, a nova linha irá “criar acesso a Viseu (que não tem ferrovia há mais de 30 anos) e reduzir tempos de viagem para a Beira Interior”. O plano, que tem como intenção ligar todas as capitais de distrito por comboio, deve ser concretizado até 2030.

Fernando Ruas deixa críticas ao Governo, considerando que, por detrás da apresentação do Plano Ferroviário Nacional, há um aproveitamento político sobretudo por causa das eleições autárquicas.

“Conheço mal o plano e não tive oportunidade de o analisar exaustivamente. Aliás, é notório que o plano foi lançado de uma forma enviesada. Penso que é notório o descaramento e o aproveitamento político com que se apresentou este plano”, afirma.

O parlamentar laranja acrescenta que “o PS apresentou o plano pela voz do candidato à Câmara de Viseu e deputado (João Azevedo partilhou nas suas redes sociais o anúncio antes de ser oficialmente conhecido) e agora o Governo veio reagir”. “Esta é uma forma de alterar as coisas e esta forma de apresentar leva-me a pensar que a meta é outubro”, opina.

Fernando Ruas lembra ainda o atraso na requalificação da Linha da Beira Alta e no programa Ferrovia 2020 e diz que, se a execução for a mesma, “podemos esperar sentados”.

“A requalificação da Linha da Beira Alta esteve atrasada quatro ou cinco anos e eu penso que a razão fundamental foi para arranjar e justificar o financiamento do perimetral do Metro de Lisboa, onde não houve dificuldade. Lá, foi dito e feito”, remata o deputado.

Câmara de Viseu não foi chamada para o Plano Ferroviário

Entretanto, a Câmara de Viseu diz que não foi convocada para a apresentação do Plano Ferroviário Nacional. O lamento foi deixado esta terça-feira (20 de abril) pelo vice-presidente da autarquia, João Paulo Gouveia, à margem da consignação da nova obra de acesso a Rio de Loba às portas da Estrada Nacional 229.

O autarca também defende que Viseu já devia voltar a ter comboio, mais de 30 anos depois do encerramento da antiga estação ferroviária que servia o concelho.

“A Câmara não foi convidada para estar na apresentação do Plano. Por outro lado, há oito anos que andamos a lutar que este plano contemple Viseu. Lamentamos que uma capital de distrito que tem 100 mil habitantes e movimentos pendulares superiores a 100 mil pessoas por dia não consiga estar ainda ligada à ferrovia”, disse João Paulo Gouveia.

O vice-presidente da Câmara também deixou críticas ao documento, defendendo que este deveria ser já o tempo de concretizar o projeto.

“Apenas nos foi dito que haviam discussões que vão ser colocadas ainda no território e nós pensávamos que já seria um plano devidamente estabilizado e de concretização. Lamentamos que ainda venha nesta fase à discussão pública. Nós já demos o nosso contributo”, afirmou.

Contributo que, acrescentou João Paulo Gouveia, passava pela inclusão no Plano de Recuperação e Resiliência da ligação Cacia-Viseu e da ligação até Vilar Formoso.

O Plano Ferroviário Nacional, que tem como intenção ligar todas as capitais de distrito por comboio, deve ser concretizado até 2030. O documento vai ser agora alvo de contributos por parte de diversas entidades.

Além de Viseu, as cidades de Bragança e Vila Real são as únicas capitais de distrito que não têm ligação por comboio. O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, já deixou claro que o Plano Ferroviário Nacional só vai ser concretizado à medida das condições financeiras do país, adiantando que os investimentos serão superiores aos previstos no Programa Nacional de Investimentos 2030.

O deputado do PS eleito por Viseu, José Rui Cruz, também reagiu à apresentação do Plano Ferroviário Nacional, considerando que tem dúvidas de que a linha Aveiro-Mangualde seja uma realidade nos próximos tempos e apontando para a elevada despesa que o projeto poderá acarretar. O socialista admitiu olhar mais para a Linha da Beira Alta, pedindo mesmo mais comboios, e também para o projeto do IC37 entre Viseu e Seia.

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