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O ciclo de Conferências BEIRA/2026 arranca no dia 7 de março, em Viseu, com um debate dedicado aos desafios da política contemporânea, no âmbito das comemorações dos 130 anos de Azeredo Perdigão. A conferência tem lugar no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTGV) do Instituto Politécnico de Viseu (IPV) e é aberta à comunidade.
Sob o tema “A Política, entre o Poder e a Impotência”, a sessão da BEIRA Inverno vai contar como orador convidado Pierre-Henri Tavoillot, presidente do Collège de Philosophie e professor da Universidade Paris-Sorbonne.
De acordo com a nota de imprensa, o convidado “abordará o tema ‘A Política, entre o Poder e a Impotência’, refletindo sobre a autoridade, a democracia e os desafios atuais das sociedades europeias”.
Na parte da tarde, o programa prevê um momento de debate e partilha de pontos de vista com a participação do ex-ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, da jornalista Helena Matos, e do advogado José Miguel Júdice. A moderação vai estar a cargo do jornalista Henrique Monteiro, “presença habitual no ciclo de conferências BEIRA”.
Segundo a organização, “neste novo encontro, pretende-se discutir o paradoxo das democracias atuais: cada vez mais exigências sobre os políticos, mas ao mesmo tempo uma perceção de impotência face às crises sociais e internacionais”.
O ciclo de conferências prevê ainda a realização de três debates ao longo do ano. A 23 de maio, no BEIRA Primavera, com o tema “A Guerra dos Sexos continua? Feminismo vs Masculinismo”, pela socióloga francesa Nathalie Heinich; a 12 de setembro, no BEIRA Verão, com “O Ocidente, a Guerra e a Paz”, pela professora Nicole Gnesotto; e a 7 de novembro, no BEIRA Outono, com a “Inteligência Artificial – Submissão ou complementaridade?”, pelo filósofo francês Luc Ferry.
O BEIRA – Observatório de Ideias Contemporâneas AZEREDO PERDIGÃO é “um centro de reflexão inspirado na figura de José de Azeredo Perdigão, ilustre viseense e figura ímpar da Cultura em Portugal no Séc. XX”. A iniciativa “tem como objetivo fomentar o debate de ideias sobre grandes temas da atualidade, numa perspetiva que tenha em conta o seu enquadramento, não só nacional, mas também global”.
Trata-se, ainda segundo a mesma fonte, de “um projeto cultural sem fins lucrativos, criado por um Acordo de Cooperação entre a Câmara Municipal de Viseu e a Associação Viriatos.14, que são – com a Fundação Calouste Gulbenkian – os seus Membros Fundadores”.