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O porta-voz da Comissão de Utentes contra as Portagens na A25, A24 e A23, Francisco Almeida, defende que o aumento de cinco por cento no valor das cobranças no próximo ano é mais “roubalheira” que vai afetar as empresas e os cidadãos da região.
A subida do preço deverá ser anunciada nos próximos dias pelo Governo. As concessionárias exigiam um aumento de 10 por cento, mas a tutela travou essa atualização em alta, definindo um limite máximo para o aumento das portagens no próximo ano.
Ouvido pelo Jornal do Centro, Francisco Almeida, diz que a negociação entre Governo e concessionárias sobre o acréscimo no preço das portagens é “quase como um negócio de feira”, em que o valor final é regateado.
“A questão não é o que o Governo decide, é que as portagens deviam acabar e deveriam começar por reduzir o valor até acabar com elas e não como está a ser feito”, alega.
Francisco Almeida lembra que na última campanha eleitoral membros do atual executivo de António Costa vieram a público defender a redução das tarifas na região, estando nesta altura a acontecer o oposto.
“Afinal as portagens aumentam mais cinco por cento, no meio desta inflação toda e do aumento do custo de vida insuportável para as pessoas. Há muita gente para quem as portagens significam um peso grande no orçamento porque todos os dias têm que circular nestas autoestradas”, diz.
“O aumento de cinco por cento é um desastre, é o caminho para empobrecer as pessoas, criar dificuldades às pequenas e médias empresas, ao tecido empresarial da região”, acrescenta.
O porta-voz da Comissão de Comissão de Utentes contra as Portagens na A25, A24 e A23 fala ainda em “mais uma roubalheira” a que as populações do distrito estarão sujeitas.
“Somos roubados todos os dias porque as condições de vida são difíceis, não há muito emprego, ou há palco e mal pago, e agora acrescentam cinco por cento nas portagens”, critica.