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Poupança: S. João da Pesqueira quer reutilizar águas e acabar com avarias em condutas

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03.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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03.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Poupança: S. João da Pesqueira quer reutilizar águas e acabar com avarias em condutas

O município de S. João da Pesqueira anunciou que está a ter resultados “positivos” na gestão da água, embora a situação no concelho continue a ser “extremamente grave” no que diz respeito ao abastecimento nos próximos dias. A autarquia lançou um apelo para um consumo moderado, avisando que as torneiras podem fechar já em setembro, uma vez que os níveis da barragem de Ranhados estão em “situação muito crítica”. Uma das medidas que vai aplicar é a reutilização das águas residuais para as regas de espaços públicos.

Numa altura em que se pede contenção no território que está em seca extrema, o município de S. João da Pesqueira lembra que já desde o início do anterior mandato, ou seja há cinco anos, que tem vindo a tomar medidas para reduzir as perdas e racionalizar os consumos de água. Mandou, inclusive, realizar um plano de gestão que foi feito pelas empresas do Grupo Águas de Portugal e das várias medidas implementadas destaca o trabalho permanente no terreno, por parte das equipas técnicas, dia e noite, na deteção e resolução de avarias nas condutas.

“Deixámos de regar jardins públicos e fomos obrigados, não só por uma questão moral, mas também legal, a cobrar água a todas as associações e IPSS [instituições particulares de solidariedade social], porque tem de ser assim”, realçou o presidente da autarquia, Manuel Cordeiro.

“Fruto desse trabalho, o município está ter resultados bastante expressivos na diminuição das perdas de água, sendo que no segundo trimestre de 2022 verificou-se uma redução de consumo de 23% face ao período homólogo, o que representa uma poupança de 43 milhões de litros”, especifica a autarquia que neste momento está a ultimar o licenciamento da utilização das águas residuais tratadas das ETAR’S do concelho para utilização em regas de jardins e em outras utilizações menos “nobres”.

“Já temos os filtros e autorização das Águas do Norte e da APA [Agência Portuguesa do Ambiente] e agora vamos passar à execução, ou seja, vamos filtrar as águas das ETAR [estações de tratamento de águas residuais] para regas”, adiantou.

O concelho “é muito agrícola e, como tal há muitas regas, nomeadamente com as novas plantações de vinhas que precisam de muita água, ao contrário das velhas e, por isso, há um consumo muito grande” de água.

“Se as pessoas não tiveram água nos poços, que também estão a secar, usam a da rede, claro. Se nós conseguirmos filtrar a das ETAR para uso nas regas estamos a poupar a água da Barragem para o consumo humano”, apontou.

Outra das soluções, indicou, será “o uso da água de nascentes e também dos furos que a autarquia está a fazer, mas também para rega, porque a lei não permite o consumo humano da água de furos e nascentes”.

São João da Pesqueira, na área norte do distrito de Viseu, é abastecido pela Barragem de Ranhados, tal como outros dois municípios do distrito da Guarda – Vila Nova de Foz Coa e Mêda – que “estão exatamente na mesma situação”, frisou.

“Ouço Lisboa dizer que temos reservas para dois anos, não é o caso aqui. Interpelámos o Governo, porque precisamos de saber o que é que se propõe fazer para resolver esta nossa preocupação”, enfatizou.

Isto, porque, continuou, “se estes três concelhos ficarem sem água em meados de setembro, tudo está em cima da mesa e certamente a água das nascentes e furos será levada para reservatórios para ser tratada e consumida”.

“Legalmente não é possível, mas é uma hipótese e, por isso, esperamos uma resposta do Governo. Estamos a trabalhar muito a sério nesta matéria, que nos preocupa muito”, assegurou o autarca, referindo que a falta de água “não é um problema deste ano, é um problema para o futuro”.

O autarca deixa ainda o apelo: “Não obstante os resultados alcançados, a situação continua a ser extremamente grave, exigindo um esforço contínuo de todos para que não falte água nas torneiras para funções básicas e essenciais como a higiene pessoal e a confeção de alimentos”.

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