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O homem, de 57 anos, que no último domingo (14 de agosto) foi apanhado por populares a deitar o fogo em Lordosa, no concelho de Viseu, ficou em prisão preventiva. A medida de coação foi decretada por um juiz do Tribunal de Viseu na tarde de ontem (16 de agosto).
O indivíduo ateou dois focos de incêndio junto a uma estrada, tendo sido apanhado e retido pelo povo até à chegada das autoridades. A GNR procedeu à detenção do suspeito, que ao que apurámos, sofrerá de problemas psicológicos.
De acordo com fonte da força policial, o homem terá provocado outros incêndios florestais na zona em outros anos.
Já a Polícia Judiciária, que tomou conta do caso, adianta que o suspeito estava com pena suspensa, tendo sido já condenado pelo crime de incêndio florestal. É desempregado, divorciado, e terá atuado num quadro de alcoolismo.
Só este ano, a GNR já deteve 68 pessoas por crime de incêndio florestal em todo o país. A força de segurança registou o dobro das detenções face a igual período do ano passado.
“Durante o último fim de semana, a Guarda Nacional Republicana registou mais dois detidos pelo crime de incêndio florestal”, lê-se num comunicado.
Segundo a GNR, foram realizadas 35.415 patrulhas e detidas 68 pessoas por crime de incêndio florestal, em comparação com as 34 no mesmo período de 2021.
“De referir ainda que, até ao dia 16 de agosto de 2022, foram registados 4.382 crimes de incêndio florestal, tendo sido identificados 809 suspeitos, números largamente superiores ao período homólogo de 2021, em que foram registados 3.040 crimes de incêndio florestal e 599 suspeitos identificados por crime de incêndio florestal, destacando-se aqui o papel proativo da Guarda”, indicou.
No passado domingo, o ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, disse que este ano foram detidos 119 suspeitos do crime de incêndio florestal, pela GNR e PJ, salientando o governante o trabalho de fiscalização e inspeção.