No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…
Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…
No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Cerca de meia centena de professores e funcionários manifestaram-se na manhã desta segunda-feira (16 de janeiro) em frente à Câmara de Tondela e das várias escolas existentes no concelho. Os docentes estão em greve. Nem a chuva afastou os profissionais da educação de protestarem contra as políticas do Governo e de reivindicarem mais direitos.
De chapéu nas mãos, os professores seguraram cartazes com várias palavras de ordem como: “É greve porque é grave”; “Pelo fim das quotas”; “Respeito” e “A lutar também estamos a ensinar”.
A greve acompanhada de uma ação de protesto foi decidida pelos professores dos dois agrupamentos de escolas de Tondela em reunião, explicou ao Jornal do Centro Delmira Figueiredo, que está ligada ao sindicato S.T.O.P.
“Fizemos esta manifestação em frente à Câmara de Tondela porque é o local mais próximo do poder central que nós temos”, começou por dizer a docente.
“As nossas reivindicações são a contagem integral do tempo de serviço, o fim das quotas que afunilam a carreira, lutamos contra a precariedade que há nos professores e funcionários. Há colegas com 60 anos sem efetivar e sempre a trabalhar, como contratados a ganhar pouco mais de 1000 euros. É uma vergonha a forma como os professores estão a ser tratados, sem dignidade nenhuma”, afirma.
“Estamos todos sem poder de compra e os vencimentos não são atualizados”, defende, manifestando-se ainda contra o que diz que ser o processo de municipalização do ensino e em defesa dos alunos, que também sofrem com as políticas governamentais que estão sempre a mudar.