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Profissionais da GNR protestam no Aeródromo de Viseu contra “dois anos de calote”

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 Profissionais da GNR protestam no Aeródromo de Viseu contra “dois anos de calote”

Profissionais da GNR responsáveis pela segurança dos aeródromos protestam neste sábado (27 de janeiro) de manhã, no Aeródromo de Viseu, contra a .

Com este “protesto contra dois anos de calote”, a direção nacional da Associação de Profissionais da Guarda (APG) espera que a situação não caia no esquecimento.

Em comunicado, a APG refere que “existe a possibilidade do voo Bragança-Portimão deixar de ser realizado, o que implicará o encerramento dos aeródromos de Bragança, Vila Real, Viseu e Portimão”.

Isto numa altura em que “os 190 profissionais que garantem a segurança dos aeródromos fora do seu horário de trabalho estão sem receber o respetivo serviço remunerado há dois anos”, lamenta.

Segundo a APG, “a GNR recebeu em dezembro de 2023 o dinheiro para pagar este serviço até agosto do ano passado, pagamento que não foi concretizado antes por carecer de autorização do membro do Governo responsável”.

No entanto, “mesmo que o pagamento deste serviço seja feito em fevereiro, fica por regularizar o período compreendido entre setembro de 2023 e janeiro de 2024”, avisa.
No seu entender, “é absolutamente inadmissível que existam profissionais da GNR a trabalhar de graça, não agindo o Governo em tempo útil para regularizar esta situação de vez”.

“Esta situação é ilustrativa da falta de respeito que a tutela tem pelo serviço dos profissionais da GNR que todos os dias são confrontados com muitos deveres, mas com muito poucos direitos”, considera.

Apelidando esta situação de “vexatória”, a associação entende que, “quando é o próprio Estado que não é de boas contas há algo que tem de ser feito com urgência, porque o exemplo deve sempre vir de cima”.

A APG apela a todos os profissionais da GNR que se juntem ao protesto, porque “o que está em causa é ilustrativo da falta de consideração” que o Governo tem pelas suas funções.

“Esta luta é de todos e, quer sobre a questão dos aeródromos, quer no que respeito ao suplemento de missão que exigimos, é a nossa dignidade profissional que está em causa”, sublinha.

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