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Programação do Teatro Viriato procura reforçar relação entre artistas, público e território

Casa de espetáculos apresenta 40 atividades no primeiro semestre, com foco na criação nacional e na participação do público

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 Programação do Teatro Viriato procura reforçar relação entre artistas, público e território

O diretor artístico do Teatro Viriato, António M. Cabrita, anunciou esta terça-feira, 20 de janeiro, a programação da casa de espectáculos até julho, que procura “reforçar a relação” com território, artistas e público, e abrir portas aos mais jovens, através de oficinas e outras iniciativas.

Uma das iniciativas apresentada é o “cinema de inspiração”, revelou o diretor artístico que lançou o desafio a artistas de escolherem um ou mais filmes para esta programação.

Assim surge “Eu capitão”, de Matteo Garrone, numa seleção feita por Sara Barros Leitão, que estará presente na sessão para conversar com o público no final da exibição.

António M Cabrita revelou que este filme serviu de inspiração a Sara Barros Leitão para a criação da peça “Suplicantes”, que também sobe ao palco do Teatro Viriato, quatro dias depois da projeção do filme.

“A obra ‘Suplicantes’ é uma reflexão do projeto europeu, as fronteiras, a migração e as relações humanas que se estabelecem, ou não, nesse lugar. Uma obra bastante política, muito bem construída do ponto de vista dramatúrgico”, sublinhou.

O diretor salientou ainda peças como “Justiça cega”, de Sara de Castro, que “aborda a complexidade da justiça numa abordagem feminista e feminina”; “ToshiiB4”, de Luísa Guerra, projeto vencedor da Bolsa Amélia Rey Colaço, e ainda o circo contemporâneo “Domte”, da Companhia Natcho Flores.

Também subirá a cena o espetáculo de teatro “Só mais uma gaivota”, da companhia Formiga Atómica, um monólogo de Miguel Fragata, e a Companhia Nacional de Bailado levará a palco “Only Duos” em que “é possível numa só noite, através de duetos de bailarinos, em cinco peças, assistir a vários autores” dos séculos XX e XXI, “com várias linguagens do corpo”.

“Farsa”, de Catarina Miranda, é outro destaque do diretor artístico, com uma “obra coreográfica que funde a dança com as artes plásticas e nesta proposta reflete como a desinformação molda a ideia de verdade e realidade, mas através de uma plasticidade física, do corpo, da voz, e de luz”.

Em parceria com o Festival Internacional de Música da Primavera, do Conservatório de Música Azeredo Perdigão, será apresentada a obra “Archipelago”, do Prémio Pessoa 2024, Luís Tinoco, pelo Drumming Grupo de Percussão, sob direção de Miquel Bernat.

A parceria do Teatro Viriato com a Gira Sol Azul mantém-se no festival Que Jazz É Este?. “É uma relação mais profunda e humana, porque [este ano] o teatro acolhe o 18.º workshop de jazz, com jovens, artistas nacionais e internacionais e o concerto final”, disse António M. Cabrita.

O diretor artístico destacou ainda que as abordagens e disciplinas da programação foram pensadas com o intuito de “reforçar a relação com o território” em que está o Teatro Viriato, assim como “aprovar a criação artística nacional; acolher companhias e artistas consagrados”, e também “dar voz aos mais jovens; apostar na mediação de públicos e levar a programação para lá do edifício”.

Neste último campo encaixa-se o espetáculo “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, com texto e encenação de José Rui Martins e produção do Trigo Limpo Teatro ACERT, que “é também uma forma de celebrar os 50 anos” desta associação de Tondela, no distrito de Viseu, “uma referência regional e nacional” da cultura portuguesa, sublinhou António M. Cabrita.

Entre as oficinas programadas está a de cinema, em parceria com o Cine Clube de Viseu, em que “os jovens poderão experienciar a construção de um filme de animação através de processos analógicos, sem recurso à inteligência artificial”.

A oficina “A música dá trabalho” é um projeto da editora e promotora musical Omnichord, “que faz com que os alunos que entrem neste projeto possam vivenciar as várias profissões ligadas ao trabalho técnico” de um espetáculo musical.

“É um projeto muito dinâmico, que começa de manhã e termina no fim de almoço com um concerto num palco criado por eles. Os alunos vivenciam a criação de um concerto, desde o cartaz à luz. É uma aposta muito forte na nossa programação de mediação com o público”, revelou António M Cabrita.

Neste primeiro semestre, o Teatro Viriato acolhe um total de 40 atividades, possíveis de consultar na página oficial na internet, com destaque para uma iniciativa inédita, como o prolongamento de cenas de um filme para o palco, fora do ecrã, quatro estreias em diferentes áreas, quatro projetos próprios, sete coproduções, cinco residências artísticas, oito parcerias e quatro sessões acessíveis.

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