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Projeto de reflorestação em Mortágua beneficia 1.200 proprietários

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fotografia: Jornal do Centro
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 Projeto de reflorestação em Mortágua beneficia 1.200 proprietários

Já está a decorrer um projeto-piloto de recuperação de áreas ardidas dinamizado no concelho de Mortágua. O objetivo é repor cerca de 800 hectares que arderam durante os incêndios de outubro de 2017.

O projeto arrancado Projeto em Mortágua quer recuperar floresta destruída com eucaliptos, que já está na segunda fase, vai beneficiar 1.200 proprietários. O vice-presidente da Câmara de Mortágua, Luís Filipe Rodrigues, salienta que esta iniciativa desenvolvida pela CELPA, a associação representativa da indústria do papel, pretende acabar com a desmotivação de alguns proprietários mais afetados.

“Vão ser investidos largos milhares de euros neste projeto que pretende renovar a esperança, o investimento na produção e o investimento no ordenamento e na gestão florestal”, refere acrescentando que, em causa, estão micropropriedades e minifúndios.

“Os produtores florestais não estavam habituados a que as suas propriedades fossem afetadas pelos incêndios e, com os incêndios de 2017 e a grande quantidade de mancha florestal afetada, provocou algum desânimo”, diz.

Luís Filipe Rodrigues adianta ainda que a recuperação das áreas ardidas visa ainda incentivar a gestão e o ordenamento florestal em três fases. “Este projeto-piloto pretende, acima de tudo, incentivar a gestão e o ordenamento florestal e está a decorrer com três fases, sendo que está neste momento na segunda fase de investimento, onde é feito trabalho de campo com limpeza”, afirma.

O vice-presidente da autarquia refere também que o projeto vai abranger também zonas “onde a vegetação também cresce de uma forma desordenada” e que este constitui um incentivo à produção florestal “não só na área abrangida pelo projeto-piloto, mas também no sentido de haver alguma motivação extra para os produtores continuarem a fazer o que sempre fizeram bem”.

O projeto pretende apoiar os proprietários florestais na recuperação e valorização de terrenos e deverá ficar concluído até junho deste ano, com ações que vão desde roçar o mato até à seleção de varas, de forma a recuperar o potencial produtivo daquelas áreas de floresta.

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