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Protesto contra a violência obstétrica sai à rua este domingo

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
03.11.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
03.11.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Protesto contra a violência obstétrica sai à rua este domingo

O Rossio, em Viseu, recebe este domingo (dia 6) a partir das 17h00 a Manifestação contra a Violência Obstétrica, que vai decorrer em várias cidades do país.

A manifestação chama-se “Esta é a Luta que Vos Pariu” e é dinamizada pelo Observatório da Violência Obstétrica em Portugal (OVO PT), com o apoio das organizações Por Falar em Nascer Viseu, Amamenta Viseu, La Tribu e Plataforma Já Marchavas.

Os promotores referem que se trata de uma ação de protesto não só contra a violência obstétrica, mas também contra o encerramento das urgências obstétricas que tem ocorrido por todo o país.

“Em Viseu, também nos encontramos vulneráveis na condição de população do interior do país. Estas medidas relativas ao fecho de urgências obstétricas são mais uma prova de desinvestimento e abandono da população que habita fora dos grandes centros urbanos. Indo eles, indo eles, a caminho destas medidas, se não encontrarmos o nosso Centro, amanhã, seremos nós”, realçam num manifesto divulgado a propósito desta iniciativa.

Os movimentos criticam ainda o Hospital de Viseu que, dizem, “continua a aplicar práticas sem evidência científica de suporte”. Práticas esses que, reforçam, “vão contra as recomendações da Organização Mundial de Saúde” e também “contra a integridade física e psicológica da família que, naquele momento, está a nascer: as mães, os pais, os bebés”. “Em Viseu, como em toda a parte, o parto respeitado não pode ser sorte: é um direito”, afirmam.

Os promotores defendem ainda que, se Viseu quer continuar a ser a melhor cidade para se viver no país, também deve ser “um exemplo nacional no momento de nascer”.

Os organizadores lembram que a violência obstétrica consiste em maus-tratos “no contexto da assistência obstétrica à mulher ou pessoa gestante” e também comportamentos infligidos à pessoa ou ao bebé, colocando em risco a sua integridade e saúde física, mental e emocional.

Entre esses atos estão maus-tratos físicos como “a limitação na liberdade de movimentos, o ato de amarrar a parturiente à maca e as manobras de indução de parto sem consentimento ou indicação clínica”.

Os promotores da Manifestação contra a Violência Obstetrícia enumeram também maus-tratos psicológicos como “ameaçar, humilhar, gritar, discriminar, coagir, ignorar e omitir informação” e atos de violência sexual que passam por “toques vaginais sucessivos invasivos e/ou agressivos, bem como a realização de episiotomia”.

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