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A abertura do Centro de Operações e Mobilidade de Viseu (COMV), inicialmente prevista para o final de 2023, deverá acontecer em 2024, uma obra esperada há muito em Viseu. Uma cidade que se pauta pelos seus espaços verdes, arquitetura histórica e mobilidade suave tem de ser capaz de se desvincular dos (imensos) carros que circulam diariamente, desrespeitando quem vive no centro. Depois do sucesso das Linhas Circulares do MUV, ainda que com alguns defeitos, espera-se que o COMV consiga ter algum impacto na mobilidade da cidade.
Esta é uma das expetativas para o ano que agora começa, entre outras “promessas” que se esperam ver concretizadas na região de Viseu. Aqui ficam a análise da redação do Jornal do Centro do que vai marcar 2024. Diogo Paredes destaca o COMV.
A região de Viseu quer ver concretizadas as suas obras mais ansiadas. A requalificação do troço Santa Comba Dão-Viseu do IP3 deverá arrancar em 2024, num investimento de 130 milhões de euros. E também se aguardam novos desenvolvimentos em outros projetos como a radioterapia e a psiquiatria do Hospital de Viseu e ainda os novos desenvolvimentos do futuro centro de artes e espetáculos da cidade, designa Jorge Lopes.
O que vai ficar da cidade europeia do desporto? Esta é a pergunta que o jornalista Carlos Eduardo Esteves deixa no ar, num ano em que a cidade de Viseu vai receber vários eventos e diversos fóruns. Será palco de passagem de inúmeros ilustres da área do desporto e vai também organizar finais de um sem número de modalidades. Mas, o que vai ficar disto? “É essa a maior dúvida dos responsáveis pela pasta e pelo setor não apenas na cidade, mas no concelho e na região. Será este um marco fundamental para virar a página num setor tantas vezes esquecido – não apenas em termos financeiros, mas também no reconhecimento da sua importância”, avança.
(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira, 5 de janeiro, do Jornal do Centro)