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Região de Viseu revela “dinamismo de consumo”, diz presidente do Novo Banco

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06.05.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Covid-19: os números e as tabelas da pandemia
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Região de Viseu revela “dinamismo de consumo”, diz presidente do Novo Banco

A Associação Empresarial da Região de Viseu recebeu esta quinta-feira (6 de maio) a conferência Portugal Que Faz, dedicada ao distrito.

O evento foi organizado pelo Novo Banco. O seu presidente executivo, António Ramalho, disse na conferência que a região de Viseu tem capacidade para crescer ainda mais.

“A região mostra dinamismo de consumo. Acho que há potencial nesta região pela diversidade da sua estrutura”, disse. O banqueiro acrescentou que, “enquanto noutras regiões dependemos mais da clusterização de benefícios, aqui dependemos muito da capacidade de conseguirmos conjugar as diversas atuações nas diversas áreas”.

António Ramalho disse ainda que “nunca uma crise sem culpados, uma crise tão generalizada” como a provocada pela Covid-19, teve “tanta assimetria de consequências”.

O presidente do conselho de administração executivo do Novo Banco aludiu aos “efeitos decorrentes das múltiplas medidas bem adequadas que, de alguma maneira, foram preservando o tecido empresarial”, como as moratórias, as linhas de apoio Covid-19 e a proteção ao emprego.

No entanto – acrescentou – todas elas terão de ser “progressivamente ajustadas à normalidade da situação”, no âmbito de uma reflexão conjunta.

“Esta é uma crise a que nós individualmente tivemos que nos adaptar, mas é uma crise da qual só conjuntamente teremos capacidade de sair eficazmente”, sublinhou.

Já do lado dos empresários, o presidente da Associação Empresarial da Região de Viseu, João Cotta, deu conta das queixas das empresas em conseguirem financiamento junto da banca. O empresário manifestou ainda a sua preocupação com as acessibilidades, lembrando a questão do IP3, cuja primeira fase das obras de requalificação foi recentemente concluída.

“A questão das acessibilidades é muito importante e ainda é um problema. Nós fomos promotores (em 2018) de uma petição pela requalificação do IP3, que anda a passo de caracol. É um remendo, mas é bom. A ferrovia também é importante”, afirmou João Cotta.

Já o presidente da Associação Empresarial de Lafões, Gil Ferraz, defendeu a descentralização de serviços públicos, nomeadamente centros de investigação e tecnologia.

“A região de Lafões não tem universidade nenhuma. Não é preciso ter, mas com os centros tecnológicos, as universidades e os centros de investigação que estão deslocalizados para beira-mar, devia haver uma política pública de descentralização efetiva destas unidades de competitividade que precisam de estar perto das pequenas e médias empresas”, argumentou.

Já a pensar na crise pandémica e no impacto sobre o comércio, o presidente da Associação Comercial de Viseu, Gualter Mirandez, disse estar moderadamente otimista em relação ao futuro do setor comerciante.

“Tenho a certeza que isto vai melhorar. Agora, não tenho dúvidas que não vai melhorar tão rapidamente quanto o necessário. Temos ainda algumas preocupações como o fim das moratórias e também precisávamos de candidaturas com o apoio do Estado junto da banca”, afirmou.

O Plano de Recuperação e Resiliência, que prevê 16,6 mil milhões de euros em investimentos, dos quais 13,9 mil milhões são a fundo perdido para Portugal, também foi debatido na conferência. O presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão e ex-ministro da Agricultura, Arlindo Cunha, deixou críticas ao documento entregue pelo Governo à Comissão Europeia e falou de uma “ilusão”.

“Andámos todos iludidos com a bazuca. Afinal, não sei que bazuca é, porque o PRR é menos de metade do que vamos ter de fundos no Quadro Financeiro Plurianual 2021-2027. Teremos perto de 30 mil milhões e, com o PRR, teremos menos de 14 mil milhões a fundo perdido. Como sabemos, a maioria vai para o investimento público”, disse.

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