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Restaurantes de Viseu dizem adeus ao postigo. Empresários falam em regresso gradual

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.04.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
19.04.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Restaurantes de Viseu dizem adeus ao postigo. Empresários falam em regresso gradual

“A expectativa é grande, depois de um período tão largo de confinamento”. A frase sai a Alexandre Trindade, proprietário da Taberna Dona Maria, em Viseu, como um desabafo, ainda no início da nossa conversa. A pandemia de Covid-19 já obrigou à implementação de dois confinamentos e agora, esta segunda-feira (dia 19), inicia-se a terceira fase de desconfinamento. Entre os empresários do comércio e da restauração e hotelaria de Viseu ouvidos pelo Jornal do Centro, as opiniões dividem-se. O que é certo é que se a reabertura “tivesse sido mais cedo, teria sido ótimo”.

Na Avenida Alberto Sampaio, a Taberna Dona Maria está em alta para receber novos clientes. “É esperar que os clientes não tenham perdido os velhos hábitos de almoçar e jantar fora, enfim, fazer a vida normal”, diz o proprietário, admitindo que os meses que estiveram limitados ao serviço de entrega ao domicílio, take away ou esplanada “foi prejuízo”.

Enquanto empresário de restauração não foge à regra: “se a reabertura tivesse vindo mais cedo, tinha sido mais fácil”. Ainda assim, Alexandre Trindade compreende que se trata de uma questão de saúde pública. “Partindo do principio de que as pessoas que estão à frente dos diversos organismos têm noção daquilo do que estão a fazer, parto também do principio que o tenham feito agora, porque efetivamente antes não foi possível”, assinala.

Na Rua Quinta del Rei, o proprietário do restaurante Violas 9 avança que “já deveria ter sido há muito mais tempo”. “Nunca deveríamos ter fechado”, desabafa Paulo Pereira, garantindo que a restauração é um dos setores que “está a pagar a fatura”, já desde o início da primeira vaga.

Acrescentam-se mesas e não só. “Pelo menos é mais umas mesas cobertas, onde não há vento, onde as pessoas se sentem um bocadinho melhor”, garante.

Já no Largo Almeida Moreira, a opinião é um pouco diferente. “Relativamente à abertura, se deveria ter sido há muito tempo? Eu penso que não porque não podemos estar a arriscar com situações de saúde pública, como é óbvio”, avança José Fernandes, proprietário do restaurante 100 Papas na Língua, um dos estabelecimentos que aderiu ao serviço de esplanada para minimizar o impacto da pandemia de Covid-19.

E o regresso dos clientes? “É uma questão gradual, das pessoas também de se habituarem porque nesta fase de desconfinamento parece-me que as pessoas ganharam um maior receio à doença e obrigatoriamente à vida em sociedade”, reconhece.

Na Rua Direita, sentem-se as obras a decorrer no restaurante O Pateo. Adiou-se a reabertura pelo menos em uma semana “para dar outro conforto aos clientes”. Ainda assim, o proprietário, Miguel Pinto, é da opinião de que “o risco ainda continua” e só deveriam reabrir portas “em inícios de maio com uma maior segurança e com uma base de vacinação já efetuada em grande escala”, remata.

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