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Ruas diz que dívida deixada pelo governo PS é que suspendeu carreira aérea que passa por Viseu

Fernando Ruas acredita que a situação vai ser ultrapassada em breve e que será este governo a encontrar uma solução

 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
03.10.24
fotografia: Jornal do Centro
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03.10.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ruas diz que dívida deixada pelo governo PS é que suspendeu carreira aérea que passa por Viseu


O presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, lamenta que o anterior governo PS não tenha saldado a dívida à empresa que opera a ligação aérea entre Bragança e Portimão e que esta ligação com paragem na cidade esteja suspensa desde o dia 1 de outubro. 

“Não haver uma oferta de transporte aéreo não é bom. Mas estou confiante que o governo resolva a situação até por esta ordem de razões porque está no governo o antigo presidente da Câmara de Bragança e o ex vice-presidente da Câmara de Cascais”, começou por esclarecer o autarca social-democrata.

Fernando Ruas acredita que a situação vai ser ultrapassada em breve e nem sequer coloca em causa que assim não seja. “A dívida é uma dívida que vem do passado e que não foi paga. Se por acaso o governo anterior tivesse saldado a dívida neste momento não vivíamos esta situação. Agora este governo vai ter de a resolver”, sustentou.

A Sevenair anunciou na semana passada a suspensão da ligação aérea Bragança-Vila Real-Viseu-Cascais-Portimão devido à falta de pagamento do serviço pelo Estado, que tem uma dívida total de 3,8 milhões de euros, provocando o “estrangulamento de tesouraria”. Na página online das reservas lê-se que os voos estão suspensos por “tempo indeterminado”. 

O Ministério das Infraestruturas e Habitação já disse que “continua empenhado na construção de uma solução para o futuro da ligação aérea Bragança-Portimão”, lembrando que “decorrem ainda os procedimentos com vista à conclusão do concurso público internacional para a concessão do referido serviço”.

Em janeiro, o Grupo Sevenair assinou um primeiro ajuste direto deste ano ainda com o governo anterior, que vigorou de março a junho, por 750 mil euros, e já com o atual Executivo, liderado por Luís Montenegro, foi assinado um segundo ajuste direto, válido até setembro, por 900 mil euros.

O novo concurso público internacional para a concessão do serviço, entretanto realizado, tinha como data prevista para o seu início hoje, dia 01 de outubro, mas, até ao momento, ainda não há desfecho.

O Grupo Sevenair voltou a concorrer à adjudicação do serviço.

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