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Seca: Autarca de Mangualde quer barragem de Girabolhos

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 Seca: Autarca de Mangualde quer barragem de Girabolhos

O presidente da Câmara de Mangualde apela ao Governo para que seja construída a barragem de Girabolhos, um projeto que foi abandonado em 2016 pela tutela e pela Endesa, a empresa concessionária.

“Não podemos fechar a porta à construção desta barragem e, por isso, faço um apelo ao Governo para que se junte a nós, aos autarcas e à população nesse objetivo. A água no nosso solo já é quase inexistente e é necessário aumentar os valores”, afirma Marco Almeida.

O autarca defende que, só com a concessão de Girabolhos, “vamos poder dar resposta àquele que é um problema de um território que está inserido num conjunto de regiões demarcadas”.

“Falo do vinho do Dão, do queijo Serra da Estrela, da maçã e do cabrito, mas a verdade é que, ao longo destes anos e a cada verão que passa, repetidamente falamos de Girabolhos”, lembra, como sendo a solução.

Sem a barragem, o presidente da Câmara de Mangualde lamenta que, passados cinco anos depois da última crise de seca, os municípios tenham voltado “a fazer transporte de água junto das populações” e diz também que “é lamentável que, no discurso da Nação, ninguém tenha falado da região de Viseu”.

Como compensação pela decisão de não dar seguimento à construção da barragem de Girabolhos, os quatro municípios afetados – Mangualde, Nelas, Gouveia e Seia – receberam mais de 18 milhões de euros. As autarquias tinham feito um conjunto de obras de requalificação de estradas e de estações de tratamento de água.

Girabolhos integrava um conjunto de 10 novas barragens do Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico, lançadas pelo governo de José Sócrates, mas a sua construção foi cancelada em 2016, quando já tinha sido concessionada à Endesa, sendo que era também um dos trabalhos previstos no projeto da obra hidráulica do Mondego.

Mangualde reduz rega nos jardins
Entretanto, como várias outras autarquias, a seca levou, entretanto, o município de Mangualde a reforçar as medidas de contenção para fazer face à falta de água.

“Estamos a levar a cabo um conjunto de ações reduzindo os gastos com a água na rega dos espaços verdes. Reativámos captações próprias para o uso de água com origem em diferentes sistemas de abastecimento e avançámos com a monitorização de toda a rede com vista à mitigação de perdas e fugas através da telemetria e da telegestão”, referiu Marco Almeida, que não exclui a tomada no futuro de “medidas mais restritivas e gravosas”.

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