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O Rio Dão corre com pouca água em alguns locais do concelho de Penalva do Castelo, o que poderá levar a Câmara Municipal local a efetuar, dentro de duas semanas, uma trasfega de água do Rio Côja para o Dão, de modo a que a Estação de Tratamento de Água (ETA) localizada neste último rio não pare.
“Neste momento temos água no rio Dão, mas por este andamento, com a seca que se verifica, provavelmente vamos ter que colocar as bombas do rio Côja a funcionar para transportar água para a ETA do Dão”, adiantou ao Jornal do Centro Francisco Carvalho, presidente da Câmara de Penalva do Castelo.
“Temos água no açude da ETA para mais 15 dias, mas se não chover entretanto vamos as bombas em funcionamento em setembro”, acrescentou.
Segundo as contas do autarca, se a operação de trasfega de água durar dois meses, entre setembro e outubro, serão gastos só em eletricidade pelo município milhares de euros.
“Trinta mil euros em transporte de água é muito dinheiro para o orçamento municipal, isto só em energia, não utilizando os camiões”, refere.
Para já as cisternas ainda só foram usadas para abastecer as localidades de Germil e Matela.
De acordo com Francisco Carvalho, a trasfega de água do Côja para o açude da ETA no rio Dão é feita através de bombas há três anos, numa manobra que foi implementada pelo executivo de maioria socialista que dirige. Até essa altura, a água era transportada em camiões cisterna e “injetada diretamente na rede”.
“Este ano esta operação até está a ser mais tarde. Antes de termos os açudes recuperados, nos anos anteriores, tinha que fazer a trasfega da água mais cedo”, adianta.