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Sindicato de hotelaria do Centro entrega folhetos a denunciar problemas do setor

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
24.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
24.08.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Sindicato de hotelaria do Centro entrega folhetos a denunciar problemas do setor

Cerca de uma dezena de sindicalistas afetos ao Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro (STIHTRSC) entregaram na tarde desta quarta-feira (24 de agosto) panfletos na entrada do centro comercial Palácio do Gelo para alertar a população para os problemas que afetam os funcionários do setor.

“Esta ação visa essencialmente sensibilizar a população e os turistas, tendo em conta a época do ano que atravessamos, para a situação que os trabalhadores do setor da hotelaria vivem, uma situação de baixos salários, muita precariedade e um incumprimento muito grande face aos direitos que estão consagrados na lei para este trabalhadores”, justifica Afonso Figueiredo, presidente do STIHTRSC.

Segundo o dirigente sindical, as tabelas salariais não são revistas desde 2019. As associações patronais até querem subir os ordenados, mas contrapondo “com a retirada de direitos que são inaceitáveis para os trabalhadores” do ramo.

Afonso Figueiredo volta a negar que haja falta de mão de obra no setor da restauração e hotelaria. Insiste que o que falta são “condições de trabalho que fixem as pessoas”. Diz que “os trabalhadores que estavam antes da pandemia mantém-se” em Portugal, “muitos” fugiram do setor e “descobriram outras realidades”.

“A solução não é aquela que é apresentada pelos patrões e Governo que é a de importar mão de obra. Isto não se trata da falta de trabalhadores, mas da falta de valorização do trabalho no setor”, defende.

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