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A equipa Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua vai marcar presença na 33.ª Volta a Portugal do Futuro com uma formação que a direção desportiva diz estar “determinada”. A prova vai esta quinta-feira para a estrada, com partida em Abrantes e chegada, no domingo, em Espinho, ao longo de 577,3 quilómetros distribuídos por quatro etapas.
Integrada em 2026 na Classe 2.2 da União Ciclista Internacional (UCI), a Volta a Portugal do Futuro afirma-se como a principal competição de referência para o escalão Sub-23, reunindo jovens ciclistas em fase de afirmação e progressão no panorama internacional.
A Tavfer — Ovos Matinados — Mortágua apresenta-se com cinco corredores. O mais experiente do grupo, Rafael Barbas, lidera a formação, acompanhado por Francisco Alves e Loïs de Jesus, bem como pelos estreantes Sub-23 de primeiro ano Simão Lucas e Diego López, atletas que chegam à prova com ambição de crescer, competir e ganhar experiência ao mais alto nível do escalão.
O percurso da edição deste ano apresenta um traçado variado e exigente. A primeira etapa, entre Abrantes e Oleiros (145,3 km), inclui uma subida decisiva perto do final, no Parque Eólico. A segunda etapa, entre Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera (142,6 km), é considerada a mais dura, com destaque para a subida do Ameal. A terceira etapa, de 156 km entre Penela e São Pedro do Sul, poderá favorecer os sprinters em pelotão compacto. Já a última tirada, entre Castro Daire e Espinho (133,4 km), inclui dificuldades iniciais como o Alto de Montemuro, antes de um final mais rápido e potencialmente decidido ao sprint.
Para a estrutura da equipa, a participação nesta competição representa uma aposta estratégica na formação e na projeção dos seus jovens atletas. O manager Xavier Silva destaca a importância da prova enquanto espaço de aprendizagem e afirmação, sublinhando o trabalho contínuo de desenvolvimento realizado pela equipa ao longo das últimas épocas.