No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…
Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…
Seguimos caminho por Guimarães, berço de Portugal e guardiã de memórias antigas….
Em ano eleitoral, todos os ímpetos são naturais. Naturais porque é natural que mais que uma ideia ou vontade se confrontem. Normalmente, anos eleitorais são também anos “culturais”. Anos em que se recorre à “Cultura e Património” para defender ou apregoar um caminho. A Cultura e o Património são eleitoralistas… Essa é a mais extraordinária das verdades.
Destoando de eleições “nacionais” para “locais”, como são as autárquicas foi, dia 22 de Abril e segundo Comunicado do Conselho de Ministros:
“[…] aprovado, na generalidade, o decreto-lei que cria o Estatuto dos Profissionais da Área da Cultura, composto por três partes: registo profissional, regime laboral e regime contributivo.”
Haja finalmente. A Sr.ª Ministra Graça Fonseca, exultou com uma boa notícia, que nunca se aplicará à mesma, salvo se – como tantos outros – sem currículo ou vocação prévios, fizer da ministerialização um currículo para o futuro e, portanto, que a abranja também enquanto profissional da Área da Cultura. Quem sabe se com um dos vários cargos que criou, entrelinhas, nas poucas linhas que conhecemos do Estatuto. Continuou a Sr.ª Ministra:
“Este é um instrumento fundamental para os profissionais do setor e essencial para o país. Este é um estatuto abrangente e que contribui para o desenvolvimento de boas condições de trabalho para todos os profissionais que atuam neste setor, proporcionando-lhes um conjunto de regras que regulamenta a atividade profissional, assim como um regime de proteção social.”
Ficamos a saber que passa a haver regras – proporcionadas aos profissionais – que eventualmente, garantam direitos. A coisa em si é positiva. Se a coisa concreta, como vier a ser, será ou não adequada, é outra discussão. Talvez em próximo ano eleitoral, que neste a Ministra já precisa de descansar… vai um drink?
Estamos no 25 de Abril: a participação na Manif em Lisboa exige registo (estatutos e estados de emergência sanitários têm coisas em comum) e como há limite de participantes, só vai quem organiza. Os outros que marchem na cozinha sem sair do lugar.
Cá mais perto, onde houver cravos e memória, ou pelo menos memória, não deixará de haver quem des/afine o Grândola (vale mais desafinar que calar).
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Joaquim Alexandre Rodrigues
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João Ferreira da Cruz
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Joaquim Alexandre Rodrigues
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Clara Gomes, pediatra no Hospital CUF Viseu