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Faz sentido reduzir número de deputados ou alterar a constituição no que diz respeito à representatividade? Será mais complicado para partidos mais pequenos ou uma oportunidade para o reforço da voz do Interior?
Em relação aos círculos eleitorais, o partido defende que se deve manter o número de deputados, em 180, mas que se deve reduzir o número de círculos eleitorais. Isto é com base nas informações que nós temos de os 22 círculos eleitorais atuais permitirem que mais de 500 mil votos não sejam aproveitados. Se os círculos eleitorais fossem reduzidos para 10, esses 500 mil votos já seriam aproveitados, existindo uma maior representatividade destas zonas, porque normalmente estes problemas não acontecem tanto nas áreas metropolitanas. Como facto, Lisboa elege mais deputados do que todos os distritos do Interior. É daí que vem a nossa proposta.
Depois da descentralização com mais ou menos aceitação por parte das autarquias, a regionalização é agora assunto para esta legislatura?
A descentralização também carece de regionalização. Não pode estar tudo demasiado pulverizado. No entanto, as pessoas também têm de ter um acesso simplificado às coisas. Em Lisboa e Porto, nos serviços de saúde por exemplo está a ser aqui criado um certo classicismo. Nós para estarmos em Viseu temos de ter o acesso às oportunidades que quem é das outras cidades tem e não estar continuamente a expulsar as pessoas.
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