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Terminou ontem (26 de dezembro) a primeira fase da campanha “Operação Natal e Ano Novo 2022” da GNR. O último contabilizou 16 acidentes no distrito de Viseu, subindo assim para 124 o número de sinistros nas estradas da região desde que arrancou a ação “Natal 2022”, na passada segunda-feira, 19 de dezembro.
O dia de Natal, 25 de dezembro, foi o que registou mais acidentes nas estradas da região, com 18 ocorrências. No primeiro dia de campanha ocorreram 15 acidentes, número que aumentou a 20 de dezembro, com 17 ocorrências. A 21 as autoridades contabilizaram 15 acidentes, o mesmo número registado a 22 de dezembro, no dia seguinte (23) a GNR deu conta de 17 sinistros e no dia 24 o número caiu para 11.
Desde dia 19, nos mais de 100 acidentes resultaram 34 feridos leves e uma vítima grave. Só no dia de ontem, os sinistros fizera, seis feridos leves. O dia com mais vítimas foi na passada quarta feira onde há registo de 11 feridos leves. O único ferido grave remonta ao primeiro dia de campanha, na passada segunda-feira (19 de dezembro), onde também se contabilizaram três feridos leves.
Em todo o país, de 19 a 26 de dezembro, há registo de 1778 acidentes, do qual resultaram 11 vítimas mortais, 24 feridos graves e 397 leves.
A partir de sexta-feira (29 de dezembro) e até 2 de janeiro está na estrada a segunda fase com a operação “Ano Novo 2022”. A ação policial tem como objetivo “combater a criminalidade e intensificar o patrulhamento rodoviário nas vias de maior tráfego durante este período festivo do natal, de forma a garantir as festividades e as deslocações em segurança, em todo o território nacional”, explica a GNR em comunicado.
“A Guarda estará particularmente atenta aos comportamentos de risco dos condutores, nomeadamente o excesso de velocidade, as manobras perigosas, a correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem, a utilização indevida do telemóvel, à circulação correta na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares, bem como à incorreta ou à não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças”, avança ainda a força policial.