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No dia 19 de dezembro de 2023, Valter Amorim tomou posse como presidente da Secção Regional Centro (SRCentro) da Ordem dos Enfermeiros. Dois dias depois, a 21 de dezembro, teve início uma greve de duas semanas convocada pelo Sindicato Independente de Todos os Enfermeiros Unidos (SITEU). A paralisação, que durou até dia 2 de janeiro, reivindicava um aumento salarial que igualasse o dos técnicos superiores da Administração Pública.
Segundo o SITEU, a adesão à greve pela paridade salarial situou-se entre 80 e os 90%. “Foi uma demonstração de descontentamento generalizado por parte dos enfermeiros, descontentamento pela forma como são tratados os enfermeiros que são licenciados, são tratados como se não fossem”, afirmou na altura Gorete Pimentel, presidente do SITEU.
Ao mesmo tempo, decorria uma greve marcada pelo Sindicato Democrático dos Enfermeiros de Portugal (Sindepor), que entrara em vigor no dia 3 de novembro e que duraria até ao final de 2023. Esta greve revindicava uma mudança no trabalho extraordinário dos enfermeiros.
Estas temáticas, como explicou ao Jornal do Centro Valter Amorim, são transversais em todas as profissões de saúde. “Os enfermeiros também estão sujeitos a muita pressão e também exercem a sua profissão com más condições”, afirmou o presidente da SRCentro da Ordem dos Enfermeiros. “Há um acervo muito significativo de horas de trabalho, extraordinário, mas não só, pelo que sofrem um desgaste bastante grande “, continuou. Para Valter Amorim, a Ordem dos Enfermeiros não se intromete nas reivindicações, embora reconheça a legitimidade e o direito às mesmas.
(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira do Jornal do Centro)