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VASP ouvida no parlamento sobre questão da distribuição de imprensa 3.ª feira

Viseu consta da lista de distritos em análise quanto à distribuição de imprensa

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Fotografia: Jornal do Centro
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 VASP ouvida no parlamento sobre questão da distribuição de imprensa 3.ª feira

A VASP vai ser ouvida no parlamento sobre a questão da distribuição de imprensa na terça-feira, na sequência da eventual necessidade de fazer ajustamentos em oito distritos, confirmou hoje à Lusa o administrador Rui Moura.

“Confirmo o convite para a administração da VASP estar na 12.ª Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto na terça-feira”, 20 de janeiro, pelas 15:00.

A audição do Conselho de Administração da VASP decorre de um requerimento apresentado pelo grupo parlamentar do Chega sobre uma eventual suspensão da distribuição de imprensa em oito distritos do interior do país.

Em 04 de dezembro, a VASP – Distribuição e Logística informou que estava a avaliar a necessidade de fazer ajustamentos na distribuição diária de jornais nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.

Na altura, a empresa referiu que “atravessa, neste momento, uma situação financeira particularmente exigente, resultante da continuada quebra das vendas de imprensa e do aumento significativo dos custos operacionais, que colocam sob forte pressão a sustentabilidade da atual cobertura de distribuição de imprensa diária”, tendo, contudo, reafirmado, “de forma inequívoca o seu compromisso com o acesso universal à informação, entendendo-o como um pilar essencial da coesão territorial, da igualdade de oportunidades e do exercício pleno da cidadania democrática”.

Na sequência disso, a VASP reuniu-se recentemente com a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

Contactada pela Lusa esta semana, fonte oficial da ANMP disse estar a aguardar para conhecer as medidas que o Governo tem em preparação para os media para depois fazer uma ponderação definitiva da situação da distribuição.

A VASP “tem feito um grande esforço para manter lojas tradicionais (quiosques, papelarias, tabacarias) que vendem jornais”, diversificando “produtos, promovendo a sua modernização e tomando iniciativas como por exemplo o 1.º encontro nacional de pontos de venda, realizado em 2025”, disse à Lusa o administrador.

Rui Moura adiantou que “os números de pontos de venda têm vindo a diminuir desde 2012”, registando “uma quebra mais significativa durante a pandemia”.

Portugal tem “cerca de 66 pontos de venda por 100 mil habitantes, o que ainda é muito significativo e um indicador interessante em termos europeus. Infelizmente podem estar mal distribuídos do ponto de vista de localização”, prosseguiu o responsável.

A VASP espera que surja uma “solução concreta” a breve trecho para a situação da distribuição.

De acordo com a empresa, a remuneração do editor não paga os custos logísticos da distribuição.

“O decréscimo da remuneração em banca do papel, devido à quebra de circulação paga, tem sido acompanhado por aumento significativo dos custos de distribuição”, apontou o administrador.

Segundo a VASP, a rede de distribuição da imprensa noturna (para os jornais chegarem aos pontos de venda pela manhã] todos os dias do ano, sem fins de semana nem feriados “não tem paralelo em Portugal e criar uma outra rede semelhante” vai aumentar os preços da distribuição nas atuais condições de mercado.

Sobre o que pode ser feito, o administrador sublinhou que “os incentivos de Estado à distribuição, a exemplo do que acontece em toda a Europa, podem ser centrais, regionais ou locais”.

“Podem ser diretos à distribuição, podem ser indiretos, através dos pontos de venda ou dos editores”, exemplifica.

Questionado se houver um concurso público de apoio direto à distribuição ou a uma parte dela, “a VASP vai a concurso”.

A VASP, acrescentou que “é, provavelmente, o único serviço público, reconhecido como tal, que não é remunerado pelo Estado, em Portugal”.

“Ter uma base estável de aquisição de imprensa implica ter novos leitores, mas também o regresso de aquisição de imprensa por entidades privadas e públicas que deixaram de adquirir imprensa com a pandemia e não retornaram”, rematou.

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