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Plataforma Já Marchavas e Bloco de Esquerda condenam comitiva de Israel em Viseu

Comitiva de Israel liderada pelo embaixador reuniu com a autarquia e com a Associação Empresarial da Região Viseu (AIRV) com o objetivo de analisar possíveis investimentos no concelho

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 Plataforma Já Marchavas e Bloco de Esquerda condenam comitiva de Israel em Viseu

A vinda de uma comitiva de Israel a Viseu foi condenada pela Plataforma Já Marchavas e pelo Bloco de Esquerda. Liderada pelo embaixador israelita em Portugal, a comitiva reuniu com a autarquia e com a Associação Empresarial da Região Viseu (AIRV) com o objetivo de analisar possíveis investimentos no concelho.

“A Plataforma Já Marchavas manifesta o seu repúdio pela colaboração da Câmara Municipal e da Associação Industrial de Viseu com um Estado genocida e exige explicações sobre este processo que decorreu à revelia dos munícipes. A concretizar-se esta parceria, o município de Viseu dá mais uma vez provas de não respeitar os direitos humanos. Não aceitamos esta lavagem de dinheiro Israelita com sangue do povo Palestiniano”, refere em comunicado.

Segundo a associação, “ao receberem o Embaixador de um Estado genocida e ao pensarem num futuro investimento de Israel no concelho, fazem de todas nós cúmplices do mais cruel genocídio do nosso século, só igualável ao Holocausto”.

A Plataforma condena ainda o estado de Israel que “está a matar à fome, à sede e por falta de tratamento médico, dois milhões de palestinos presos num enorme campo de concentração que é Gaza, que se tornou agora num verdadeiro campo de extermínio”, recordando uma afirmação de António Guterres, secretário-geral das Nações Unidas: “esta é a fase mais cruel de um conflito cruel”.

Sobre a vinda da comitiva israelita ao concelho, a associação diz que autarca de Viseu ao abraçar a possibilidade de Israel investir em Viseu, “pactua desta forma com a limpeza étnica em curso”.

“Enquanto o direito internacional é ignorado, com o Primeiro Ministro condenado por crimes de guerra e contra a humanidade, incluindo o uso da fome como arma de guerra, o Município de Viseu achou por bem receber com todas as honras o Embaixador de Israel para futuros investimentos no concelho, no fabrico de armas de guerra”, lamentam.

A Plataforma termina reiterando que: “como dizem muitos judeus e israelitas que se têm manifestado, em Israel e noutros países, contra o genocídio: “Não em nosso nome!”.

Bloco de Esquerda acusa Fernando Ruas de “colocar negócios à frente da ética”

Também a distrital de Viseu do Bloco de Esquerda (BE) reagiu, acusando Fernando Ruas de “fazer negócios com o sangue dos outros, particularmente dos palestinianos”. Em comunicado, lembrou que a visita do embaixador de Israel ocorreu no mesmo dia em que uma comitiva de embaixadores, incluindo um diplomata português, foi atacada na Cisjordânia.

“Na cidade que agora o executivo camarário quer apresentar como a cidade feliz, faz-se, ou procura fazer-se, negócios com quem todos os dias, a toda a hora, procede a uma limpeza étnica em Gaza e expande os colonatos na Cisjordânia. O outro lado da propaganda pré-autárquicas da cidade feliz é o horror daqueles que o poder do dinheiro e das armas quer, pela violência genocida, arredar da humanidade”, dizem os bloquistas.

O partido critica ainda o presidente da Câmara por “não ter qualquer problema em colocar os negócios, o dinheiro, à frente da ética, dos valores humanos, como se vangloria em promover a cidade para a indústria da guerra”. Fernando Ruas disse que o investimento israelita em Viseu poderia passar pelo setor da defesa.

O BE diz ainda que “não compactua com um Estado genocida como Israel, nem coloca a política dos negócios à frente de uma política assente no valor da dignidade humana”, garantindo que irá enfrentar “determinantemente os interesses da indústria da guerra em nome da defesa do Estado social e contra a barbárie que tem em Gaza a sua mais infame referência”.

“Se Gaza fica do outro lado do mundo, isso não quer dizer que não seja o cemitério do direito internacional ou a expressão concreta do enxovalhar reiterado da ONU. Gaza é também a marca histórica do retorno a uma ordem internacional baseada na força bruta de um poder militar cada vez mais indomável e onde essa mesma força quer fazer lei. Somando ainda o dinheiro das armas empregue contra os mais desfavorecidos entre os desfavorecidos que faz vergar a coluna vertebral de tanto alcaide e de tanto empreendedor rapidamente convertido em cúmplice objetivo do extermínio ético e, claro, de uma política de apartheid baseada no racismo”, acrescenta o partido.

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