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Viseu: Casas de banho na USF Infante D. Henrique avariadas durante quase dois meses

A avaria ficou, entretanto, resolvida durante o dia de hoje, depois de ter sido reportada a 4 de fevereiro

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 Viseu: Casas de banho na USF Infante D. Henrique avariadas durante quase dois meses

Os médicos da Unidade de Saúde Familiar (USF) Infante D. Henrique, em Viseu, manifestaram a sua revolta com a falta de casas de banho no seu serviço que estavam avariada há quase dois meses. A avaria, que entretanto foi resolvida depois de contacto pelo Jornal do Centro junto da Câmara de Viseu, obrigava os profissionais a deslocarem-se a outros pisos do prédio “Alto da Caixa”, como é mais conhecido, uma situação que consideram “inaceitável”. 

A USF encontra-se no piso 2 e, de acordo com alguns médicos contactados pelo Jornal do Centro, quem necessitava de usar a casa de banho tinha de se dirigir ao quarto piso ou então ao piso que é ocupado pela administração. Disseram que mesmo que optassem por usar a casa de banho dos utentes, há também algumas que estão fora de serviço. 

“Perdemos tempo que poderia ser dedicado aos utentes”, lamentaram os médicos, sublinhando que a constante deslocação para usar casas de banho noutras áreas do edifício afetava o ritmo de trabalho e o atendimento aos doentes.

Ainda de acordo com a mesma fonte, a Unidade Local de Saúde (ULS) Viseu Dão Lafões foi informada do assunto, tendo direcionado a reclamação para as entidades competentes.

A manutenção dos edifícios de saúde é agora responsabilidade das autarquias, que assumiram esta função no quadro das transferências de competência. 

De acordo com fonte da Câmara de Viseu, as casas de banho ficaram a funcionar ao dia de hoje, situação que aconteceu depois do contacto do Jornal do Centro, e que as reparações foram feitas pelos serviços da autarquia. A mesma fonte confirmou ainda que a situação tinha sido reportada a 4 de fevereiro. 

Mais disse que para evitar demoras como a que aconteceu neste serviço e tendo em conta que há muitas outras situações resultantes dos inúmeros edifícios que recebeu da área da saúde, vai ser feito um protocolo com a ULS para ser esta entidade assumir as “pequenas reparações”. 

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