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A Câmara de Viseu vai apoiar 53 famílias carenciadas do concelho na reabilitação das suas casas. O executivo de Fernando Ruas aprovou, na última reunião de quinta-feira (25 de novembro), as candidaturas ao programa Viseu Habita.
Ao todo, a autarquia vai investir cerca de 265 mil euros nestes novos apoios referentes a este ano. Segundo adiantou aos jornalistas o presidente da Câmara, os programas Viseu Habita e Viseu Solidário já apoiaram mais de 1.500 famílias na recuperação das habitações desde 2003.
Fernando Ruas revelou que este apoio representou um investimento total de 7,86 milhões de euros. Contudo, nem todas as candidaturas apresentadas este ano foram aprovadas. Segundo o autarca, tiveram luz verde 53 das 80 candidaturas apresentadas.
“As 18 que foram indeferidas não cumpriam o disposto no regulamento. Houve ainda sete que foram encaminhadas para o programa 1.º Direito. Das 53 aprovadas, 29 ainda foram majoradas e enquadradas no Viseu Solidário e terão uma comparticipação complementar no valor de 64 mil euros”, explicou.
Fernando Ruas acrescentou ainda que 26 candidaturas irão beneficiar de apoios para a eficiência energética, representando um investimento de 17 mil euros.
Segundo a autarquia de Viseu, houve ainda duas outras candidaturas que não foram aprovadas por falta de projeto e licenciamento. Mesmo assim, poderão vir a obter financiamento através do Viseu Solidário.
O presidente da Câmara garantiu que, hoje, o Viseu Habita e o Viseu Solidário são totalmente suportados pelo orçamento municipal.
Fernando Ruas lembrou que ambos os programas têm procurado “incrementar e garantir mais e melhores condições de conforto, habitabilidade e qualidade de vida para as famílias viseenses”.
Aprovado por unanimidade o Plano Municipal para a Integração de Migrantes
Ainda na reunião de Câmara, foi aprovado por unanimidade a criação de um plano municipal para a integração de migrantes, o Viseu Integra, e a constituição da sua plataforma de acompanhamento e monitorização e do respetivo protocolo de cooperação.
Segundo a autarquia, o plano pretende consolidar a intervenção na área das migrações no concelho dando respostas “concertadas e eficazes que representem um saldo qualitativo no acolhimento e integração dos migrantes, em especial das camadas mais vulneráveis da população, tendo em vista a promoção da igualdade e da interculturalidade”.
O trabalho será feito em rede, com a colaboração de entidades públicas e da sociedade civil.
“Cerca de 3,1% da população do concerto é imigrante, pelo que este plano apresenta-se como uma ferramenta estratégica na integração dos cidadãos. A aposta num apoio e acompanhamento próximos, que permita desenhar respostas à medida, é fulcral e determinante no processo de integração de cada pessoa”, destacou Fernando Ruas.