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Viseu: Trabalhadoras do CAT à beira do despedimento. Misericórdia diz não ter alternativa

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
27.12.22
fotografia: Jornal do Centro
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27.12.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 Viseu: Trabalhadoras do CAT à beira do despedimento. Misericórdia diz não ter alternativa

O Sindicato da Hotelaria do Centro vai realizar esta quarta-feira (dia 28) uma concentração em protesto contra os despedimentos no Centro de Acolhimento Temporário (CAT) da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, que vai fechar portas esta semana.

A concentração está marcada para as 11h00 na entrada de acesso à valência, em frente às urgências do Hospital de São Teotónio. Segundo o sindicato, as 17 trabalhadoras têm um “futuro ainda incerto tendo em conta que não lhes foi apresentada qualquer solução, senão a comunicação verbal de que poderão vir a ser despedidas”.

O sindicato defende que as trabalhadoras devem ser mantidas na Misericórdia, recolocando-as nas outras valências da instituição, “situação que até ao momento não aconteceu” e acrescenta que questionou a Santa Casa no início de novembro, mas que não obteve qualquer resposta.

“Não obtivemos qualquer resposta e o que temos conhecimento é que houve uma conversa com as trabalhadoras, onde lhes foi transmitido que, em princípio, o caminho era despedir. E o que pretendemos é a defesa dos postos de trabalho”, explicou ao Jornal do Centro Afonso Figueiredo, do Sindicato da Hotelaria do Centro.

O sindicalista disse ainda que acredita ser possível a recolocação destas trabalhadoras, algumas na instituição há 20 anos, em outras valências. “Aquilo que transmitimos à Misericórdia, e que também já mostramos disponibilidade para nos sentarmos e discutir isso, é que há condições para recolocar estas trabalhadoras no conjunto das outras valências que a instituição tem, até porque, nos últimos anos foi-nos dito que havia uma carência de trabalhadores e que, aliás, recentemente foram contratadas pessoas para a vertente das crianças”, frisou.

Ao Jornal do Centro, Adelino Costa, provedor da Santa Casa da Misericórdia, disse não haver alternativa, já que a recolocação em outras valências continuaria a acarretar custos à instituição.

“A Santa Casa antes de avançar para esta situação analisou, pensou. Tendo em conta que são 18 trabalhadoras, sabíamos que nunca conseguiríamos resolver o problema. Se fossem duas ou três poderíamos tentar resolver em outras valências, assim é impossível, porque estaríamos a manter os prejuízos. E quando tínhamos o CAT o Estado comparticipava, agora não. É evidente que nos custa muito esta situação, mas não temos alternativa. Não temos possibilidades sem ser o despedimento coletivo ou extinção de posto de trabalho”, disse.

Adelino Costa disse ainda que a Misericórdia tem feito contratações, mas temporárias. “As trabalhadoras questionam porque às fazes fazemos contratos, mas isso são situações pontuais, por baixas por exemplo, e são contratos de meses, meio ano, não é esta situação de trabalhadoras com vínculo”, detalhou.

O responsável explicou também que quando a Misericórdia foi questionada pelo sindicato ainda não era conhecido o futuro do CAT e que, por isso, não foi comunicada qualquer decisão. “Questionaram a Santa Casa em novembro, mas na altura não tínhamos qualquer resposta da Segurança Social, só tivemos agora no final de dezembro”, lembrou.

Adelino Costa lamentou toda a situação e apontou o dedo ao Estado. “O superior interesse da criança é conversa. O superior interesse da criança foi ultrapassado pelo superior interesse económico do Estado. Não havia justificação para não se chegar a um acordo. Enquanto a Misericórdia suportou tudo, estava tudo bem, quando a Misericórdia disse que não conseguia aguentar, aí começaram os problemas e já diziam que era muito caro”, atirou.

O CAT vai fechar portas esta semana e as 17 crianças vão começar a deixar o espaço a partir de hoje, terça-feira (dia 27), e a ser recolocadas em outras instituições.

A Misericórdia tinha denunciado em junho o contrato que tinha com a Segurança Social, que seria renovado em setembro, alegando um prejuízo de 700 mil euros ao longo dos últimos cinco anos.

A Segurança Social ainda propôs um reforço das verbas, tal como era exigido pela Misericórdia, mas não queria que o CAT, com capacidade para 22 crianças, tivesse mais de 15. A Santa Casa refez a proposta, mas o Estado não aceitou.

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