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Quinze anos após a primeira edição, o ZigurFest está de regresso a Lamego para uma última celebração antes de entrar numa nova fase, reunindo, entre 20 e 22 de agosto, propostas marcantes da criação musical emergente portuguesa.
O festival, promovido pela Associação Zigur, assinala este ano um momento simbólico da sua história, regressando ao formato de verão e aos espaços que marcaram a sua identidade inicial. O Teatro Ribeiro Conceição (TRC), a Olaria, a Ponte e a Alameda voltam a assumir-se como eixos centrais de uma programação que aposta na proximidade com o público e na descoberta artística.
Esta edição pretende funcionar como uma espécie de “catarse necessária”, nas palavras da organização, abrindo caminho para uma transformação futura do projeto, cuja nova fase está a ser preparada, mas ainda sem detalhes divulgados. O ZigurFest, como tem sido até agora chega ao fim, um novo está a ser preparado, promete a organização.
Desde a sua criação, em 2011, o ZigurFest tem-se afirmado como um espaço de experimentação e risco artístico, reunindo diferentes linguagens e gerações, num ambiente de partilha e comunhão cultural. A edição de 2026 mantém esse espírito, propondo uma “dose de risco saudável” acessível a públicos dos 7 aos 77 anos.
A organização sublinha ainda a intenção de homenagear todos os que contribuíram para o crescimento do festival ao longo dos últimos 15 anos, apresentando um cartaz que reflete não só o panorama artístico nacional, mas também as transformações sociais e culturais contemporâneas.
O programa completo será revelado em breve, mantendo-se a expectativa em torno das propostas emergentes que irão ocupar vários espaços da cidade. O design do cartaz volta a estar a cargo de Rui Pedro Martins, inspirado numa recolha fotográfica realizada nas ruas de Lamego.