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Viseu: Plataforma Já Marchavas vai hastear bandeira do orgulho no Rossio

Iniciativa vai decorrer no Dia Internacional contra a homofobia, transfobia e bifobia. Plataforma e autarquia em rota de colisão por causa do não hastear da bandeira arco-íris na Câmara de Viseu

Carlos Eduardo Esteves | carlos,eduardo@jcentro.pt
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 Viseu: Plataforma Já Marchavas vai hastear bandeira do orgulho no Rossio

Depois de o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, garantir que a bandeira LGBT não vai ser hasteada na Câmara de Viseu no dia internacional contra a homofobia, transfobia e bifobia, a Plataforma Já Marchavas vem agora revelar em comunicado que, no dia 17 de maio, vai hastear a bandeira arco-íris no Rossio de Viseu. Sob o mote “se eles não hasteiam, hasteamos nós”, os ativistas pelos direitos LGBTQIA+ prometem hastear a bandeira do orgulho a partir das dez da manhã.

O coletivo refere que “após vários anos de apelo e de reivindicação para que o Município de Viseu reconheça e assuma a causa das pessoas LGBTQIA+ no concelho, para que promova políticas públicas de defesa dos direitos das pessoas Queer, a Plataforma convoca todas as pessoas e coletivos que lutam pelos direitos humanos para uma concentração de protesto contra a posição intransigente do Município e do seu presidente, Fernando Ruas”.

A Já Marchavas acrescenta que o autarca de Viseu “assumiu perentoriamente que durante o seu mandato a bandeira arco-íris no edifício da Câmara nunca será uma realidade”. “Condenamos as afirmações proferidas durante uma Assembleia Municipal, que só demonstra total desinteresse, ignorância e uma posição ultra conservadora quanto à luta de emancipação Queer em Portugal e no Mundo”, frisa a plataforma.

Os ativistas concluem que o “hastear simbólico da bandeira” vai permitir assinalar “os 20 anos da manifestação STOP Homofobia, que ocorreu em 2005 em Viseu, precisamente no Rossio”. A Já Marchavas sublinha que “20 anos depois da primeira manifestação contra a homofobia fora de Lisboa, o Município de Viseu e o seu Presidente continuam a não abraçar esta causa nem a ter iniciativa própria pela promoção de políticas pela igualdade, liberdade e justiça”.

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