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Viseu: Manifestantes apelam à paz e contestam investimento na indústria militar

Concentração organizada pelo CPPC, CGTP e SPRC decorreu em simultâneo com a conferência DefenseTech, em Viseu

 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.07.25
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
04.07.25
Fotografia: Jornal do Centro
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 Viseu: Manifestantes apelam à paz e contestam investimento na indústria militar

Uma concentração a favor da paz e contra a guerra teve lugar esta sexta-feira, 4 de julho, junto ao Solar do Vinho do Dão, em Viseu, local onde decorreu a conferência DefenseTech. 

A ação foi organizada pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC), pela CGTP e pelo Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC), e teve início às 17h00.

Durante a manifestação, viam-se cartazes com mensagens como “Pela paz e pelo reconhecimento do Estado Palestino”, “Palestina Live! Paz no Médio Oriente”, “paz sim, guerra não”, “milhões de € para a guerra não servem a paz!”, “Palestina livre” e “em defesa dos direitos humanos, pela paz. Não à guerra”. 

Os manifestantes recusam “mais investimento na indústria militar” e rejeitam “a corrida armamentista”, exigindo o fim do “genocídio na Palestina” e apelando à “paz no Médio Oriente”.

As três organizações promotoras pedem “mais dinheiro para a Saúde, a Educação e a Segurança Social”, e exigem o respeito pela Constituição da República Portuguesa. 

Entre os presentes, Maria da Graça, manifestante, declarou: “Nós estamos aqui porque hoje está a decorrer, no Solar do Dão, uma conferência para a indústria de guerra e a militarização, aposta na militarização do país e não só”. E acrescentou: “Achamos que não é uma boa aposta nem para o país nem para o povo”.

A manifestação decorreu em simultâneo com o evento DefenseTech, uma conferência dedicada à inovação tecnológica e à promoção de tecnologias com utilização dual – civil e militar – que decorreu ao longo do dia no mesmo espaço. 

A iniciativa reuniu autoridades de defesa, decisores políticos, empresas, instituições académicas e outras entidades, tendo contado com cinco painéis de discussão sobre temas como oportunidades no setor da defesa, mercado da defesa e instalação de indústria militar.

Entre os participantes estiveram representantes do Exército, do Governo – como o vice-chefe do Estado-Maior do Exército, Paulo Maia Pereira, e o secretário de Estado Adjunto da Política da Defesa Nacional, Nuno Pinheiro Torres – e de empresas como a idD Portugal Defence, Leonardo SpA, Beyond Vision, Grey Moose, Pulsar Development International e o Instituto Pedro Nunes.

O evento incluiu momentos de networking, um almoço de convívio, sessões de perguntas e respostas com empresas locais e reuniões bilaterais entre empresas, Forças Armadas e investidores. 

Na apresentação pública da conferência, o presidente da Câmara de Viseu, Fernando Ruas, afirmou que o objetivo é “juntar empresários e a massa cinzenta académica” da região para desenvolver uma indústria “que pode ser feita dentro de portas, em vez de ser comprada a terceiros”.

“Acreditamos que temos os recursos, a vontade política e a capacidade técnica para acolher e potenciar o desenvolvimento de uma nova geração de indústria, capaz de gerar valor, conhecimento e soberania”, declarou o autarca. 

A conferência DefenseTech marcou o início de uma agenda dedicada à reindustrialização tecnológica e estratégica do território, que culminará com a realização da Semana do Exército, entre 21 e 26 de outubro, também em Viseu.

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