miss viseu 2026
cuidadores informais
Câmara Tondela 9
janela casa edifício fundo ambiental
casa-habitacao-chave-na-mao - 1024x1024
aluguer aluga-se casas

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25

Reza a lenda que foi um árabe, há mais de mil anos,…

14.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
CVRDao_2
March-711-4
6
Home » Notícias » Colunistas » Os viseenses querem um cano ou uma barragem?

Os viseenses querem um cano ou uma barragem?

 Nanopartículas: pequeno tamanho, enorme potencial
23.08.25
partilhar
 Os viseenses querem um cano ou uma barragem?

por
Joaquim Alexandre Rodrigues

Como se sabe, em Junho, a pouquíssimos meses das eleições, o PSD-Viseu, na câmara e na assembleia municipal, deu mais um passo para que o abastecimento de água ao concelho seja feito através de um cano, com mais de 100 quilómetros e um custo de 72 milhões de euros, desde a bacia do Douro até ao Bairro Norad, na zona do aeródromo.
Esta decisão é um erro democrático porque devia ter esperado pelos votos, é um erro ecológico porque este transvase não aumenta a quantidade de água represada nem na região nem no país e é um erro económico porque vai pesar nas contas mensais dos consumidores. Por alma de quem é que se vai buscar água ao Douro tendo nós duas bacias hidrográficas, a do Vouga e a do Mondego, com água com fartura? 
Depois daquela deliberação a entregar o precioso líquido à Águas do Douro e Paiva, uma sociedade anónima por ora de capitais públicos mas no futuro não se sabe, foi muito visível o descontentamento entre os viseenses. O que fez soar as campainhas de alarme no PSD e obrigou o governo, poucas semanas depois, vir em socorro do dr. Ruas. No dia 15 de Julho, Maria da Graça Carvalho, a ministra do ambiente e energia, veio pressurosa prometer, algures para 2030 ou depois, uma nova barragem de Fagilde, a erguer cem metros a jusante da actual, com um custo de 35 milhões de euros, menos de metade do valor do tal cano quilómetro. Ora, esta manobra ministerial de relações públicas não foi capaz de varrer para debaixo do tapete dois grandes problemas.
Problema 1: o dr. Ruas não quer dores-de-cabeça, está determinado em transferir os sarilhos dos consumidores para as costas largas da longínqua Águas do Douro e Paiva, SA. 
Problema 2: a Águas do Douro e Paiva, SA não precisa de uma nova barragem em Fagilde, aquela empresa quer é um cano para poder escoar água que tem a mais para os contadores viseenses.
Tudo fica a depender da cruzinha em 12 de Outubro: 
— se os viseenses elegerem o dr. Ruas, levam com o cano e respectivo sobrecusto nas contas da água, para além de dizerem adeus ao controlo das suas águas;
— se os viseenses escolherem um presidente que recuse esta externalização, ficam com a barragem nova de Fagilde, que custa menos de metade do tal cano, e as suas águas, em alta e em baixa, continuarão a ser uma das componentes mais valiosas do património municipal.
Faltam sete semanas para se saber a resposta do povo soberano.

 Nanopartículas: pequeno tamanho, enorme potencial

Jornal do Centro

pub
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Mercedes CLA 180d Coupé na Ncar da Litocar
  • Regional Economics - A economia de Região de Viseu
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
 Nanopartículas: pequeno tamanho, enorme potencial

Colunistas

Procurar