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Teatro Viriato dedica programação aos mais novos com “Libertem as crianças”

Espetáculos, oficinas e conversas dão corpo a uma programação dedicada aos mais novos

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 Teatro Viriato dedica programação aos mais novos com “Libertem as crianças”

O Teatro Viriato, em Viseu, vai estrear um ciclo da programação dedicado aos mais novos, “Libertem as crianças”, com espetáculos, oficinas e conversas também direcionadas para pais e educadores, anunciou hoje o diretor artístico da sala de espectáculos.

“É um novo ciclo de programação, que fazemos pela primeira vez, dedicado às crianças, e propõe uma série de espetáculos, conversas documentários em torno da criação contemporânea para a infância”, adiantou António M Cabrita, diretor artístico do Teatro Viriato.

Este ciclo de programação decorre entre 21 e 25 de outubro, não tem barreiras na idade, e o objetivo é “convocar os jovens, os pais, os professores, os pedagogos para refletirem sobre as questões ligadas à infância, à educação e à coragem de transformar as ideias em ação”.

“É um ciclo que no fundo convoca uma série de espaço para podermos refletir sobre o que é isto da criação, da criação artística mas também criação ‘artivista’”, disse.

António M Cabrita defendeu que “os jovens e as crianças têm uma voz e é importante que eles tenham também essa consciência, porque isso é algo que perdura para o futuro”, e a partir deste ciclo promovido pelo teatro, disse, “essa voz é convocada”.

O Teatro Viriato conta com uma parceria com o Plano Nacional das Artes que, neste ciclo, irá apresentar o caderno “Criar coragem”, com Hugo Cruz, que “propõe uma série de ferramentas que possam materializar ideias, e passar do campo das ideias ao campo da prática”.

“No fundo, “é para os jovens implementarem projetos artísticos ou ‘artivistas’”, realçou António M Cabrita.

O pedagogo Carlos Neto marca presença no dia 21 de outubro, para apresentar o seu livro, que dá o nome ao ciclo, “Libertem as crianças”, e para um encontro com pais, educadores, pedagogos, jovens, sob o lema “Brincar é um assunto sério”.

“Neste momento em que as tecnologias, cada vez mais de forma acelerada, nos boicotam, de certa forma, muitas vezes o tempo que temos para estarmos connosco e com os outros, o tempo que as nossas crianças passam sentadas numa sala de aula a ouvir, tudo isto será debatido e esta conversa será bastante forte”, anteviu o diretor.

O ciclo conta ainda com a exibição de dois documentários: “Arte Pedra e Liberdade”, de António-Pedro e Caroline Bergeron, da Companhia Caótica, e depois “A escola dos sonhos”, da companhia Formiga Atómica.

A companhia também protagoniza a oficina “É bom mandar”, com Catarina Requeijo e Inês Barahona, que promove uma experiência, com uma série de práticas, para quem ainda não tem idade para votar, sobre “o que é isto de se poder mandar ou governar”.

“Vamos ter também uma instalação produzida pelo Teatro Viriato que se chama ‘Desejo/Desenho’, que foi criada a partir de desenhos de quatro turmas [do terceiro ao quinto ano, do primeiro e segundo ciclos] que visitámos e a quem levantámos questões”, adiantou.

A partir dessas questões as crianças realizaram desenhos que estarão na instalação holográfica no Teatro Viriato durante o ciclo “Libertem as Crianças”. No final irão percorrer as escolas de origem desses trabalhos para estarem em exposição.

António M. Cabrita afirmou que a programação no Teatro Viriato para as crianças e jovens “não se esgota neste ciclo”, embora estes dias sejam “especiais a pensar nos mais novos que são um eixo estruturante” nesse espaço cultural de Viseu.

“Esta mediação real e concreta, em que nos relacionamos e ligamos entre o que é a obra artística e o público, para todos tirarmos partido disto e que não seja apenas um lugar onde vimos ver um espetáculo. Os mais novos têm de saber que têm voz”, realçou.

Ainda para um público mais jovem e de jovens adultos, entre os 14 e os 25 anos, estão os projetos “K Cena”, na área do teatro, e “Três Tempos”, na área da música, para a exploração da sua criatividade.

O “K Cena” vai para a 14.ª edição e conta com o encenador João Branco que irá trabalhar um projeto a estrear em 2026, assim como a segunda edição de “Três Tempos”, que terá orientação artística de Xullaji e que, em Viseu, conta com o músico Bruno Pinto.

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