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Home » Notícias » Diário » Municípios pedem ao Governo que garanta distribuição de jornais em todo o país

Municípios pedem ao Governo que garanta distribuição de jornais em todo o país

A administração da VASP anunciou, na semana passada, que admite interromper a distribuição diária de jornais nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança

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 Municípios pedem ao Governo que garanta distribuição de jornais em todo o país

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) interpelou hoje o Governo a garantir os meios e mecanismos que assegurem a distribuição de imprensa em todo o território nacional, depois de a VASP ter admitido a interrupção em oito distritos.

“A ANMP acompanha a contestação dos municípios e das populações envolvidas e interpela o Governo a garantir os meios e os mecanismos que assegurem a distribuição de imprensa em todo o território nacional”, refere.

A administração da VASP anunciou, na semana passada, que admite interromper a distribuição diária de jornais nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.

Para o efeito, a VASP invoca a situação financeira que a empresa atravessa, com a quebra de vendas e o aumento significativo dos custos operacionais.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a ANMP considera que tal “colocará em causa o acesso à informação, uma vez que haverá zonas do país que ficarão excluídas das rotas de distribuição da imprensa, que até agora é assegurada em todo o território”.

“A ANMP discorda absolutamente da assunção deste tipo de medidas, por colocar em causa o acesso à informação por parte de todos os cidadãos independentemente da região onde residam, penalizando ainda mais os territórios de baixa densidade que sofrem já de problemas acrescidos relativamente aos restantes, devido à redução contínua de serviços essenciais às populações”, aponta.

A ANMP alerta ainda que, se esta decisão não for revertida, “colocará em causa o direito à informação e o exercício integral da cidadania”.

“Agravará as desigualdades territoriais num tempo em que devemos promover, cada vez mais, a coesão social e territorial”, concluiu.

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