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A Câmara Municipal de São Pedro do Sul, no distrito de Viseu, vai construir um novo quartel de bombeiros, que custará cerca de três milhões de euros e que ajudará a reforçar a capacidade operacional da proteção civil.
Fonte da autarquia avançou à agência Lusa que o novo quartel, a construir na zona da Pedreira, contará com financiamento do Centro 2030 e que o concurso será lançado em breve.
A construção do novo quartel implica a fusão das duas corporações existentes no concelho – Bombeiros Voluntários e Corpo Voluntário de Salvação Pública – e a criação de uma nova associação.
Nesse âmbito, na quinta-feira foi celebrado um contrato com as duas associações que estabelece a cedência, em regime de comodato e a título gratuito, do novo edifício que a autarquia irá construir.s
O projeto já foi previamente aprovado pelas direções das duas associações humanitárias. Os dois quartéis atuais passarão para o domínio municipal, “também em regime de comodato, permitindo a sua utilização para fins culturais e institucionais”, explicou a autarquia.
O contrato, que tem a duração de 50 anos (renovável por iguais períodos), representa “um passo decisivo na modernização das infraestruturas de socorro no concelho, reforçando as condições de operacionalidade e segurança, num investimento estruturante ao serviço da população de São Pedro do Sul”, frisou.
O presidente da direção do Corpo Voluntário de Salvação Pública, João Luís Oliveira, mostrou-se convencido de que este é um passo para “um futuro mais seguro e mais bem preparado”.
Para a presidente da direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, Maria Goreti Francisco, trata-se de um caminho que tornará as corporações “mais fortes, mais organizadas e mais preparadas para servir a população”.
“É um momento histórico para o concelho e para as populações de São Pedro do Sul”, frisou o presidente da autarquia, Pedro Mouro, que espera vir a ter no concelho um dos melhores quartéis da região.
O autarca garantiu que, em breve, o município irá disponibilizar novos apoios sociais e subsídios para os bombeiros e também apoio para novos equipamentos que os comandos considerem “necessários e urgentes”.