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Deputados do PS por Viseu questionam Governo sobre possível fusão de centros de emprego

Parlamentares pedem esclarecimentos ao Ministério do Trabalho sobre eventual encerramento de serviços no distrito 

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 Sindicato acusa diretor do Estabelecimento Prisional da Guarda de assédio e abuso de poder
11.03.26
fotografia: Jornal do Centro
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 Sindicato acusa diretor do Estabelecimento Prisional da Guarda de assédio e abuso de poder
11.03.26
Fotografia: Jornal do Centro
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 Deputados do PS por Viseu questionam Governo sobre possível fusão de centros de emprego

Os deputados do Partido Socialista (PS) eleitos pelo círculo de Viseu apresentaram uma pergunta ao Governo sobre a eventual fusão ou encerramento de centros de emprego no distrito. O pedido de esclarecimento foi dirigido à Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e entregue ao presidente da Assembleia da República.

Na pergunta enviada ao Governo, Armando Mourisco, Elza Pais e Aida Carvalho referem que “recentemente, vieram a público notícias que dão conta da intenção do Governo de proceder à fusão do Centro de Emprego (IEFP) de Lamego com o Centro de Emprego de Vila Real, e do Centro de Emprego Dão Lafões com o Centro de Emprego de Viseu”.

Segundo os deputados, a eventual medida poderá ter impacto no acesso aos serviços por parte da população. No documento enviado, defendem que “esta medida, a confirmar-se, insere-se numa lógica de concentração de serviços que ignora as especificidades geográficas e sociais da região”.

Os parlamentares acrescentam que “a transferência de valências para Vila Real e Viseu representa um rude golpe na coesão territorial” e afirmam ainda que “ao retirar serviços de proximidade, o Estado demite-se da sua função de agente promotor do desenvolvimento do interior, empurrando as populações para uma periferia cada vez mais isolada”.

No texto enviado à Assembleia da República são também apontados vários impactos possíveis, entre os quais “desigualdade de acesso”, uma vez que “os utentes destas regiões, muitas vezes em situação de vulnerabilidade económica e desemprego, serão obrigados a percorrer muitas dezenas de quilómetros para aceder a serviços básicos”.

Os deputados referem ainda “dificuldades de mobilidade”, e sublinham a “carência de transportes públicos eficientes e capilares no interior”, o que poderá tornar as deslocações “um custo financeiro e de tempo incomportável para muitos cidadãos”. 

É também mencionada a possibilidade de “desumanização do atendimento”, indicando que “a centralização tende a sobrecarregar os serviços de destino, degradando a qualidade do acompanhamento personalizado que é vital para a reinserção no mercado de trabalho”.

Na pergunta dirigida ao Governo, os deputados solicitam esclarecimentos sobre se está confirmada a intenção de fundir ou encerrar as valências de atendimento presencial dos centros de emprego de Lamego e de Dão Lafões. Questionam igualmente que estudos de impacto social e de mobilidade foram realizados para sustentar a decisão e de que forma será garantido “o princípio da coesão territorial”.

Entre as questões colocadas, os parlamentares perguntam ainda se existem alternativas previstas, como a criação de polos itinerantes ou o reforço de competências nas juntas de freguesia, e qual a poupança estimada com a eventual medida.

O pedido de esclarecimento foi subscrito pelos deputados Armando Mourisco, Elza Pais e Aida Carvalho, eleitos pelo Partido Socialista pelo círculo eleitoral de Viseu.

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