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Inicialmente considerada uma modalidade de alto risco em todas as vertentes, o karaté só tinha permissão para o regresso dos treinos presenciais na próxima segunda-feira. No entanto, houve uma alteração ao regulamento que permitiu o regresso desta atividade desportiva mais cedo, mas de forma individual.
Para que esta mudança fosse possível, Pedro Veloso, treinador do Centro Bujutsu de Mangualde, explica que “a Federação estava a trabalhar no sentido de fazermos entender que o karaté seria uma modalidade de baixo risco, uma vez que consegue fazer um trabalho individual”.
O treinador salienta que “a única modalidade que envolveria risco seria a parte do combate, o trabalho dois a dois, defesa pessoal”, algo que podia ser evitado com a realização de trabalho individual, com o devido distanciamento.
“Entretanto, no final de março saiu a documentação por parte da Federação, em como tinham conseguido alterar esses requisitos. Então, no documento da Direção Geral de Saúde vinha lá que nas três vertentes do karaté, duas delas eram de baixo risco e a única que se mantinha de alto risco era a da parte do combate”, conta.
Os treinos tiveram luz verde para retomar, no entanto, houve praticantes que optaram por não voltar aos treinos presenciais, o que levou a “um decréscimo de atletas”.
“Neste momento, o balanço não vou dizer que é negativo, mas é um balanço positivo dentro das condições que estamos a viver. Com a dinâmica que se foi fazendo online, pelo menos da minha parte, entraram e estão a entrar novos alunos. Estamos a receber contactos de pais e de adultos interessados em iniciar a prática, o que é bom para ajudar a colmatar a falha daqueles alunos que desistiram”, admite.