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Ofereceu milhões pela Dielmar, mas está com processo no Tribunal de Viseu por burla

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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.10.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Vive-se bem em Viseu Dão Lafões, diz mais de 84 por cento da população
30.10.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ofereceu milhões pela Dielmar, mas está com processo no Tribunal de Viseu por burla

O investidor de Viseu que se chegou à frente com 10 milhões de euros para investir na empresa de Castelo Branco Dielmar está, neste momento, com um processo em Tribunal por burla e falsificação de documentos.

Na quarta-feira ficou conhecido que José Cláudio Nunes, que foi apelidado como o “Ronaldo” de Viseu, estaria interessado em adquirir a empresa de têxtil que está em insolvência. Numa Assembleia de Credores, o alegado empresário apareceu e disse estar disponível para comprar a fábrica por 10 milhões de euros, avançando já com dois milhões para pagar os salários de outubro dos funcionários. Uma manobra que obrigou a adiar a Assembleia para 10 de novembro, e depois de uma empresa de Leiria ter já apresentado uma proposta de cerca de 400 mil euros.
Agora, sabe-se que o suposto investidor tem um processo em Tribunal por ter “enganado” três pessoas, prometendo-lhe um trabalho, um salário e uma carreira profissional. O Ministério Público acusa-o dos crimes de burla e falsificação na forma continuada.

O caso remonta a 2019, altura em que o arguido convidou três jovens para fazer parte da sua equipa de trabalho. Celebrou com eles um contrato de trabalho que os queixosos acharam ser verdadeiro, tiveram reuniões para delinear estratégias e ideias e ajudaram, inclusive, a procurar espaços para montar os escritórios. Passado algum tempo, os três “trabalhadores” começaram a ficar desconfiados, uma vez que o salário prometido – na ordem dos 1.500 euros – não caía nas suas contas. O arguido foi-se desculpando com erros informáticos. Mais tarde, os queixosos verificaram que tudo não passava de uma mentira.

O Ministério Público diz mesmo que as empresas que o arguido usou nos contratos nem sequer existem. Na acusação, lê-se ainda que o arguido condicionou com o seu comportamento a vida pessoal e profissional dos queixosos e que o grau de ilicitude é “intenso”.
Ao Jornal do Centro, um dos queixosos contou que “tudo não passou de uma ilusão” e que “já não era a primeira vez que usou das mesmas táticas”. “Houve uma pessoa que se despediu para ir trabalhar com ele e quase que ficou sem nada”, acrescentou.

As histórias à volta deste alegado empresário são várias. Conta-se que andou a oferecer patrocínios a organizadores de eventos culturais, mas o dinheiro nunca chegou a aparecer. Terá também tentado comprar imóveis e estabelecimentos de diversão noturna, negócios que nunca chegaram a avançar quando os intervenientes verificaram que afinal tudo não passava de “uma mentira”.

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