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Volta a Portugal. “Vamos lutar por discutir a vitória numa etapa”, diz Gustavo Veloso

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01.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Volta a Portugal. “Vamos lutar por discutir a vitória numa etapa”, diz Gustavo Veloso

Começa esta quinta-feira uma nova edição da Volta a Portugal. Numa antevisão à prova rainha do ciclismo português, o Jornal do Centro falou com Gustavo Veloso, diretor desportivo da equipa de Mortágua, uma das 18 equipas que vão percorrer mais de mil e quinhentos quilómetros. O início acontece em Lisboa, a meta estará em Vila Nova de Gaia. ” A Volta são muitos dias e toda a gente quer tudo. Temos de, dia a dia, ir marcando os nossos objetivos. Se às vezes sais com o objetivo de ganhar a camisola de montanha, estás a limitar esse atleta de poder atingir outros objetivos. Vamos ver. É dia a dia”, refere.

Gustavo Veloso assume que a equipa de Mortágua não é uma das favoritas para ganhar a Volta. “Vamos lutar. Vamos tentar conseguir discutir alguma etapa e pôr algum ciclista nos 15 primeiros da Geral. Mas sabemos que é muito difícil. Com trabalho, disciplina e bom ambiente podemos atingir os resultados que esperamos. A Volta é a corrida mais importante para nós. Mas não é só para nós, é para todas as equipas”, lembra.

O antigo ciclista e agora diretor desportivo entende que a equipa de Mortágua tem dado boas indicações nas provas em que tem participado. “Saímos para todas as corridas com o mesmo objetivo: tentar fazer o melhor resultado possível. Sabemos as dificuldades. Quando não conseguimos ganhar, tentamos fazer um quarto, quinto, sexto. A Volta é diferente. São dez etapas, não são quatro ou cinco. A equipa toda está bem e a planificação feita ao longo da época para chegar a esta fase está a resultar: em cada corrida a equipa está melhor”, diz Gustavo Veloso. O responsável entende que o mais importante é “a atitude na corrida e o profissionalismo” porque, diz, “quando se trabalha bem, os resultados acabam por chegar, de uma maneira ou de outra”.

Gustavo Veloso deixa a garantia de que vai sair de Mortágua para prova rainha uma equipa muito equilibrada. “Tenho homens rápidos, dois sprinters, dois roladores e tenho atletas que são todo o terreno que se adaptam a etapas de montanha que, não sendo grandes trepadores que possam discutir o final com os melhores homens da Volta, podem conseguir ser os melhores numa fuga. Nestas corridas antes da Volta conseguimos algum atleta entre os dez [primeiros]”, recorda.

O diretor desportivo da equipa de Mortágua diz também que “não fecha a porta” a uma vitória numa etapa ou a ter um ciclista nos dez primeiros da classificação geral, mas “temos de ir com paciência porque o ciclismo é muito duro”. Quanto ao percurso, Gustavo Veloso diz que há três etapas que podem ser decisivas. Quer para ganhar, quer para não ficar de fora da luta pela camisola amarela. “A Torre é sempre difícil. É uma subida logo na terceira etapa. Nesse dia não se vai saber quem vai ganhar a Volta, mas vai saber-se quem não a ganha. E depois as etapas da Senhora da Graça e de Miranda do Corvo vão ser as difíceis”, prevê.

Viseu recebe o final da quarta etapa que terá ponto de partida na Guarda. Antes disso, na primeira etapa, depois do prólogo em Lisboa e da primeira etapa que liga Vila Franca de Xira a Elvas, a Volta vai até Badajoz. É da cidade espanhola que arranca a segunda tirada que terminará em Castelo Branco. Gustavo Veloso entende que haver uma passagem por Espanha vai permitir mais visibilidade e, com isso, mais patrocínios. “É sempre bom. Não só para conquistar adeptos, mas porque no ciclismo vivemos da publicidade. Quando a visibilidade [chega] a outro país, atingimos mais pessoas. De certeza que vão sair notícias e vai sair algo na televisão em Espanha, pelo menos nas televisões mais próximas de Badajoz e isso é bom para toda a gente”, defende Gustavo Veloso.

A edição número 83 da mítica prova do ciclismo português fica marcada pelo afastamento da W52/FCPorto por parte da União Ciclista Internacional (UCI), na sequência da suspensão de oito ciclistas e dois mecânicos por prática de doping. Sobre este episódio, Gustavo Veloso apenas diz que situações como esta não fazem bem ao ciclismo. “Não sou eu, nem os atletas, nem as equipas que temos de analisar isso. Há organismos competentes. Acho que não é bom para ninguém e as coisas podiam ser tratadas de uma maneira diferente para procurar o melhor para o ciclismo porque temos é de falar de desporto”, refere.

A Volta começa em Lisboa e tem meta em Vila Nova de Gaia. Viseu tem marcado o final da quarta etapa. O pelotão chega à cidade de Viriato esta segunda-feira, dia 9 de agosto. Nessa tirada, os ciclistas das 18 equipas presentes vão pedalar 169 quilómetros.

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