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Carros alegóricos, Zé Pereiras, fanfarras e milhares de pessoas fizeram este domingo à tarde em Viseu o cortejo das Cavalhadas de Teivas, as maiores de sempre, segundo a organização. Desde o ponto onde o desfile se concentrou, junto à Rotunda de Nelas, até ao Rossio, os passeios e espaços livres foram preenchidos por gente que chegou de várias partes do concelho de Viseu e até de outros de fora.
“Nunca vi tanta gente assim neste desfile. Agora sim, está-se a dar o merecido respeito que estas cavalhadas merecem”, comentou António Fonseca que já estava no Rossio desde as 14h30 à espera do desfile que estava previsto arrancar às 15h00.
Mais acima, já junto ao cemitério da cidade, o sol e o calor começavam a fazer “estragos”, mas nada que assustasse Maria dos Anjos. “Gosto de ver os carros, mas o melhor são as morgadinhas”, disse, enquanto espreitava para ver se o desfile começava ou não.
Quando arrancou, foram os Parentes de Teivas que com o barulho dos bombos anunciaram que a festa de Teivas, localidade na periferia da cidade, visitava Viseu.
E no fim do cortejo – depois dos cavalos, dos carros alegóricos, das fanfarras, das bandas e dos bombos – lá estavam elas, as morgadinhas, formosamente trajadas. Umas com vestidos de época de saia redonda e sombrinha rendada, outras (eles e elas) com o andor/chapéu de cores coloridas, todos numa “valsa” com 370 anos de história.
Foram mais de quatro horas a ver passar o desfile. O trabalho de uma aldeia que se junta para a cada edição “conseguir fazer ainda melhor”. “Toda a gente que queira participar é bem vindo”, ouvia-se a voz da organização. E foram muitos os “amigos” que se juntaram, desde a banda de gaitas de Viana do Castelo ao Rancho Folclórico de Castro Daire ou à Fanfarra de S. Romão.
É assim que, a cada ano que passa, as Cavalhadas de Teivas conquistam Viseu.