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Água recua nas albufeiras do distrito de Viseu em julho

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 Crónica: O invulgar “Fado” da devolução de um abutre-preto à natureza
14.08.23
fotografia: Jornal do Centro
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 Crónica: O invulgar “Fado” da devolução de um abutre-preto à natureza
14.08.23
Fotografia: Jornal do Centro
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 Água recua nas albufeiras do distrito de Viseu em julho

As albufeiras do distrito de Viseu retiveram menos água no mês de julho, numa altura de elevadas temperaturas, calor intenso e falta de chuva. Só na Barragem de Fagilde, a capacidade caiu 25% em comparação com junho.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH), a Barragem de Fagilde – que serve os concelhos de Viseu, Mangualde, Nelas e Penalva do Castelo – apresentava 101 por cento de capacidade a 31 de julho. Em junho, a albufeira registava 126%.

Nos últimos meses, Fagilde tem registado uma capacidade acima dos 100 por cento depois de ter aberto as comportas para reter menos água. Esta percentagem voltou agora a baixar na barragem que chegou a estar abaixo dos 30% , marcado pela seca.

Ainda de acordo com o SNIRH, no final de julho, as cotas nas barragens de Aguieira e Ribeiradio também baixaram. Ambas as albufeiras registam 84%, menos 9% face ao mês anterior.

As restantes barragens mantiveram os valores ou desceram ligeiramente. A barragem de Vilar, que serve o norte do distrito de Viseu, desceu dos 90% para os 88%. Já Varosa, em Lamego, baixou apenas 1% para os 80%. E Valeira, em São João da Pesqueira, subiu dos 94% para os 95% de capacidade.

De acordo com os especialistas, no último dia de julho, houve um aumento do volume armazenado em duas bacias hidrográficas e uma descida em 10.

Das 58 albufeiras monitorizadas, 18 apresentavam disponibilidades hídricas superiores a 80% do volume total e 13 tinham disponibilidades inferiores a 40%. Os armazenamentos de julho foram superiores às médias de armazenamento do período 1990-2022, exceto para as bacias do Sado, Guadiana, Mira, Ribeiras do Algarve e Arade.

Entretanto, na semana passada, praticamente todas as barragens da região registaram novas quebras na capacidade de armazenamento de água. Segundo o último relatório disponível do SNIRH, a 7 de agosto, Fagilde passou a estar abaixo dos 100% de capacidade, ficando com 96%. Valeira registou 92%, Varosa 81%, Vilar 88%, Ribeiradio 81% e Aguieira 82%.

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