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Linha da Beira Alta: Roubos, falta de mão de obra e equipamentos atrasam reabertura

Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
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 Adruzilo Lopes vence Rali de Mortágua
19.09.23
fotografia: Jornal do Centro
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19.09.23
Fotografia: Jornal do Centro
Campanha Vamos Lixar o Lixo da APA com monumento feito de resíduos, alerta para cerca de 3 milhões de toneladas de lixo em aterros e apelo a separar o lixo antes que o futuro se lixe.
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 Linha da Beira Alta: Roubos, falta de mão de obra e equipamentos atrasam reabertura

A Linha da Beira Alta não deverá reabrir este ano, conforme foi anunciado em maio, quando o ministro das Infraestruturas, João Galamba, e o vice-presidente da Infraestruturas de Portugal, Carlos Fernandes, Linha da Beira Alta reabre em novembro. Carris começam a ser instalados este mês.

Roubo de cobre, falta de mão de obra e de equipamentos estão a comprometer o avanço das obras e a Infraestruturas de Portugal (IP) assume mesmo que não consegue garantir que seja cumprida a data anteriormente avançada, 12 de novembro.

“A IP está a desenvolver todos os esforços para concluir a montagem da via-férrea e restabelecer a circulação ferroviária na Linha Beira Alta no dia 12 de novembro. Todavia, neste momento, não é possível garantir que todos os sistemas e equipamentos que estão a ser repostos possam já estar em funcionamento até essa data”, explicou a IP questionada pelo Jornal do Centro.

Em causa estão a “escassez de subempreiteiros, de mão de obra e de equipamentos disponíveis”, “resultante da atual conjuntura mundial bem como do período de forte investimento que o país atravessa”, argumenta.

Além disso, a IP afirma que os trabalhos estão a ser “fortemente prejudicados pelo furto generalizado de catenária (o fio de contacto e feeder em cobre que integram o sistema de distribuição e alimentação elétrica aérea)”. No total, já foram roubados cerca de 33 km de fio de contacto e 67 km de feeder e alguns dos autores já terão sido identificados.

“Estas ocorrências obrigam à realização de processos de aquisição (encomenda, fabrico e toda a logística de aprovisionamento e transporte) de novos materiais e a realização dos trabalhos de remontagem e alinhamento/calibrações em comprimentos largamente superiores ao dos furtos”, adianta a IP.

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